30% da população brasileira nunca comprou um livro

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LeituraPesquisa ‘Retratos da Leitura no Brasil’ aponta que brasileiros leem em média 4,96 livros ao ano

#ERRATA: Anteriormente, o texto foi divulgado com um dado trocado, afirmando que 74% dos brasileiros nunca haviam comprado um livro. Na verdade, 30% dos brasileiros entrevistados nunca compraram um livro e 74% não compraram um livro nos três meses anteriores à pesquisa.

De acordo com a 4ª edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, desenvolvida em março de 2016 pelo Instituto Pró-Livro, mais da metade da população brasileira se considera leitora, porém apenas 4,96 livros são lidos por ano. Deste total, 2,43 foram terminados e 2,53 lidos em partes.

A pesquisa considera que é leitor quem leu, inteiro ou em partes, pelo menos 1 livro nos últimos 3 meses. No entanto, os estudos mostram que 30% da população nunca comprou um livro.

Entre as principais motivações para a leitura estão gosto (25%), atualização cultural (19%), distração (15%), motivos religiosos (11%), crescimento pessoal (10%), exigência escolar (7%), atualização profissional ou exigência do trabalho (7%).

A Bíblia é o livro mais lido em qualquer grau de escolaridade. Outros títulos que foram citados como mais recorrentes foram: A Culpa É Das Estrelas, A Cabana, O Pequeno Príncipe, Cinquenta Tons de Cinza, Diário de um Banana, Crepúsculo, Harry Potter e Dom Casmurro.

Por: Isabela Alves

Governos populistas em ano eleitoral

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Logo jornal A Notícia do Vale

O Estado é o mais frio de todos os monstros. Ele mente friamente; de sua boca sai esta mentira: "Eu, o Estado, sou o povo”.

Friedrich Nietzsche

É, 2018 chega com a cara mais para ressaca de folia do que para a obrigatoriedade eleitoral, aquele “direito” sabe, de pegar fila para votar, e para os retardatários desse direito, a fila já começa pela biometria, que mesmo com tanta propaganda, (ah, teve a televisiva que chegou um pouquinho atrasada), tantos avisos em noticiários, na internet, e até de boca em boca, o povo ainda deixa para a última hora. Não sei se acho pouco ou bem feito, mas, é isso né? Nossos “direitos” são muito bem guardados e garantidos. E viva a democracia!

E como ela é bem vinda, (a democracia), para o bem e privilégio de poucos, e para manter a ordem, a disciplina e a civilidade de muitos, que na verdade têm mais deveres do que direitos, e os “direitos” como bem sabemos, também são deveres, exemplo disso, é o “direito de votar”. Ora, se é um direito não devia ser obrigatório votar. Existe coerência nisso? Os militantes e partidários com certeza dirão que sim, mais que isso, até defendem esse “direito” como a única arma para o povo ter poder.

Aplausos para eles (os defensores do voto). Ah, e se não fosse esse tão almejado voto, o que seria dos políticos? Os mesmos, os de sempre, é bom lembrar, porque mudam-se os partidos, as alianças, os conchavos, as barganhas, o “toma lá, da cá” dos sem-vergonhas, e as práticas permissivas, e não éticas, eleitoreiras de sempre. Triste país!

Mas, e os governos populistas? Ah, estes sim, são a cara da DEMOCRACIA, os altruístas, os idealistas populares. Mas não mesmo! Melhor, os picaretas, os assistencialistas, os “istas” mais caras de pau que o Brasil está cansado de saber quem são, e mesmo assim vota de novo e de novo e de novo... O povo quer o poder, mas não sabe como conquistá-lo, é fácil de se enganar, e continua acreditando em farsa travestida de esperança. No teatro desejamos merda às farsas. Sejam dramas popularescos, comédias ou tragédias. Mas no mundo real e da política os atores são outros, e sim, farsantes, manipuladores, bajuladores, e usurpadores da coisa pública.      

Governos populistas, oportunistas, e golpistas, em ano eleitoral são piores ainda. São perversos, escrotos, inescrupulosos; agem de má fé e sabem muito bem do que o povo gosta, e pra isso investem até o que não têm. E para um bom entendedor, esse “até o que não têm” é o tão falado “Caixa 2”, ele mesmo, o caixa que deveria ser nosso; o da saúde, da segurança, da educação, do bem público. É o nosso dinheiro desviado, usado para financiar as campanhas indecentes e mentirosas desses, que nós sabemos quem são. Políticos? Não, não ousaria chamá-los assim. Até porque “políticos” é um plural que não podemos julgá-lo como igual. Porque assim como a esperança também acreditamos naquele que nos manterá esperançosos num futuro, Deus sabe lá qual, nos espera!

        

 Nosso Editorial        

 

 

 

A doença de Michel Temer finalmente revelada na Bahia

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Genaldo1Convalescendo politicamente, conforme demonstram todas as pesquisas de opinião, Michel Temer, ainda encontra tempo para dizer que sua impopularidade abissal é resultado de que parcela da população não vai com sua cara. Disse essa asneira acertada exatamente na Bahia aonde seus índices de impopularidade são tão altos, que nem mesmo seus aliados vão à público lhe esmerar apoio com medo do contágio lhes pegar pela coleira.

O homem não pode mais ser considerado um mequetrefe da velha política brasileira, porque a noção do ridículo lhe colou tão fundo na alma que é preciso que algum psiquiatra diga ao mesmo que ele precisa de tratamento, que o poder que lhe caiu nas mãos sem sequer um voto das urnas adoeceu sua mente. Michel Temer passou dos limites e qualquer cidadão que tivesse com a cabeça na normalidade psicológica abandonaria aquele cargo que não lhe pertence.

Exatamente no momento em que a Polícia Federal tem em mãos uma tabela bastante conhecida, e arquivada por um determinado ministro do STF no passado recente, em que aparecem de fato provas contundentes de corrupção no setor dos portos de Michel Temer, ele abre sua boca de envelope amassado para dizer que não vai mais tolerar acusações de que é envolvido em falcatruas. Tem que ser um doente para não querer assumir que politicamente está morto!

Pode ser que ele acredite que aquele seu 1% nas pesquisas que o Datafolha apresentou essa semana ainda lhe dê alguma credibilidade para chegar a algum lugar. O que pode ser resultado de seus problemas mentais, porque com os resultados do próprio Datafolha, muitos dos deputados de sua própria base parlamentar já começaram a refletir a possibilidade de fugir da idéia de querer votar na Reforma da Previdência, que é agora uma questão de vida ou morte para o "excelente" Presidente da Republica. 

Michel Temer realmente está com problemas mentais graves, e em estado praticamente terminal, porque assumir uma verdade como nunca fez na sua desastrada vida política é coisa realmente para um psiquiatra procurar entender, se é que existe entendimento ou cura para esse caso. É a treva!

Por Genaldo de Melo

A briga é pelo poder e não pelo povo

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thumbnail 944493 474308779329812 1633416886 nO país vive um momento raro com tentativas de acertos em cima de muitos erros e da espetacularização dos acontecimentos. Na próxima quarta-feira, 24, acontece o julgamento do ex-presidente Lula, em Porto Alegre. Enquanto isso, em Brasília, o presidente Temer tenta de todas as formas empossar a deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) no cargo de ministra do Trabalho. Esses acontecimentos tomam a atenção das pessoas e, de alguma forma, mobilizam o país e interferem no cotidiano da nossa gente.

Gente essa que clama por moralidade, porém parte dessa mesma gente suborna na fila do banco ou dos postos para o recadastramento biométrico que é outra vergonha nesta nação chamada de Brasil. Em Salvador, só na sede do TRE na avenida Paralela, são cerda de cinco mil pessoas atendidas por dia e o prazo final para o processo é 31 de janeiro de 2018. Essa situação traz estresse para o cidadão que pretende não dever nada a Justiça Eleitoral. A situação também atinge os funcionários do órgão que atuam em uma longa jornada de trabalho. 

O curioso é que em todos os lugares em que o processo da biometria passou, sobrou para o eleitor que deixou o trabalho, a aula, a casa e outros afazeres para investir o seu tempo na atualização dos seus dados com a Justiça Eleitoral. E o processo da vida é muito interessante porque quem fizer esse sacrifício vai poder votar nas eleições deste ano. E foi através do voto popular que Lula chegou ao poder. Hoje, acusado de receber propina da empresa OAS vai ser julgado esta semana e um verdadeiro aparato já foi montado. Teve até gente dizendo que haverá sangue jorrando se Lula for condenado.

A deputada Cristiane Brasil Também foi colocada no poder através do desejo popular. Filha de Roberto Jefferson, envolvido com as denúncias do Mensalão, a parlamentar quer de qualquer forma ocupar o cargo de Ministra o que contraria o princípio da moralidade da nossa constituição. Ao não cumprir a lei e não por ironia do destino, Cristiane foi condenada pela própria justiça trabalhista por causa de uma ação impetrada por um ex-funcionário dela.

Essas e outras tentativas de suposta moralidade fazem com que o nosso povo seja vítima de chacotas lá fora e ainda leva o nosso país ao descrédito. Ora, se todos os acusados de malefícios ao país forem realmente culpados, eles têm que pagar pela miséria que promoveram a nação. Essa deputada, deveria ter vergonha de se mostrar interessada no cargo de ministra e o povo que enfrenta diversos desafios diariamente, deveria analisar melhor os candidatos na hora de votar.

*Noel Tavares é um radialista graduado em Secretariado Executivo e em Jornalismo e também é pós-graduado em Jornalismo Cultural.

Por Noel Tavares 22-01-2018

Carnaval e o impulso da economia

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thumbnail Janguiê Diniz Por Armando Artoni 7Todos nós conhecemos e sabemos da importância do Carnaval para a cultura nacional. Mundialmente conhecido como o país do Carnaval, o Brasil tem uma diversidade de festas e ritmos que se espalham por quase todos os estados e fazem deste um dos feriados mais impactantes, responsável por movimentar boa parte da economia em setores como turismo e negócios, influenciando positivamente no cenário econômico geral do país pelo resto do ano.

Uma pesquisa realizada no Rio de Janeiro, após o carnaval de 2017, apontou que 1,1 milhão de turistas passaram pela cidade no período de Momo. A festa movimentou cerca de R$ 3 bilhões na economia da cidade. Ainda segundo o estudo, 94% dos turistas estrangeiros disseram que voltariam à cidade, 17,4% pretendiam retornar no mesmo ano e 91,9% recomendariam a visita.

Já no Recife, outro tradicional carnaval, estima-se que durante os quatro dias de folia, 1,3 milhão de foliões foram às ruas da cidade. O número representou 96,8% de ocupação nos hotéis e pousadas da cidade, além de uma receita de R$131,4 milhões. Já em Salvador, capital baiana, foram 700 mil turistas, sendo mais de 100 mil estrangeiros. Os dados apontam que a ocupação hoteleira em Salvador chegou a 95% no período de carnaval, gerando 200 mil empregos temporários e R$308,7 milhões de receita.

Ao todo, em 2017, as atividades turísticas ligadas ao carnaval movimentaram cerca de R$ 5,8 bilhões. Vale lembrar que, para oferecer um evento grandioso, as escolas de samba de São Paulo ou do Rio de Janeiro, e os blocos de carnaval, sejam de Recife, Salvador ou de outras cidades, começam a trabalhar com meses de antecedência.

Um negócio que no fim do século passado tinha como referência apenas o Rio de Janeiro, tomou grandes proporções e hoje, o Carnaval move as economias das principais cidades brasileiras, tanto das capitais como dos municípios. Esse segmento funciona como uma grande empresa, empregando várias pessoas – da confecção da fantasia ao gerenciamento e organização da festa –, gerando lucro e renda para várias famílias.

Com uma leve recuperação na economia nacional, aliada ao crescimento das vagas de emprego e a retomada do consumo, estima-se que o carnaval de 2018 supere os números do ano passado. Salvador, por exemplo, acredita que irá atingir lotação máxima nos hotéis. Já em Recife, os 40 anos do Galo da Madrugada e os shows de artistas nacionais em polos descentralizados deverão aumentar o número de turistas e o consumo de serviços por parte deles na cidade.

O Carnaval permanece sendo um período de extrema importância, não apenas para alguns setores da economia mas, principalmente, para cidades que veem neste período boa parte de sua renda anual.

 

Janguiê Diniz – Mestre e Doutor em Direito – Reitor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau – Reitor da UNAMA – Universidade da Amazônia – Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.