@ Editorial - Que tipo de cidadão é você?

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Logo jornal A Notícia do ValeSe você se corrompe facilmente quando está no poder ou chegou lá através de atos ilícitos, de acordos político-partidários, de apadrinhamentos nada decentes, com certeza você não é um bom exemplo de homem público muito menos de cidadão.

Infelizmente a política nacional está cheia desses exemplos, que ao invés do povo copiá-los deve mesmo é execrá-los da vida pública. Não são dignos de nos representar, não deviam ao menos ter direito a ser votados, e não adianta dizer que pra isso tem punição com a lei da ficha limpa. Que lei? Aquela fantasiosa que mais cobre do que pune? Aquela que a nação aplaude, mas que na verdade absolve criminosos do erário, dando a eles “legítima defesa” e mais uma série de privilégios para continuarem usufruindo das “tetas do governo”? Não, não é esta lei que o Brasil precisa, até porque ela não existe como deveria existir.  

Quantos criminosos políticos voltaram à vida pública, depois dessa lei? E se ainda não voltaram, estão prestes a voltar, porque seus “respeitosos” advogados farão até o impossível para provar o quanto seus “clientes” são inocentes.

São “Deuses”? Querem ser, e não descansam enquanto não conseguem. Estamos e vamos continuar convivendo com essa lama ainda por muito tempo, porque daqui que se prove o que certas leis acobertam, o país já foi pro inferno com milhões de brasileiros vivendo de esperança, aquela que nunca morre, mas nos mata todos os dias.

E nós não podemos condenar o povo brasileiro pelo “jeitinho” que arranja para sobreviver. Porque se mirarmos nos exemplos que temos daqueles que elegemos para cuidar do nosso país, lamentavelmente seremos cópias fiéis dessa corrupção que “não tem jeito e nunca terá”.

Não vamos condenar porque já sabemos de onde esse “jeitinho brasileiro” vem. Mas podemos tentar mudar, embora decepcionados, porque enquanto tentamos consertar o nosso país com nossa honestidade, ética, civilidade, aqueles que deveriam nos dar o bom exemplo e até se juntar a nós fazem justamente o contrário, e são os mais privilegiados, os mais premiados, e sempre voltam ao poder rindo na cara do povo.

A Justiça, para não ferir a “Lei”, absolve criminosos, afinal, não existem provas contra eles, o que existem são “convicções” e uma série de delações onde todos, mas todos mesmo são premiados. 

 

 

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