Moro ameaçado de morte

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WilsonInfelizmente, todos os ditadores moralistas da história tiveram fim triste. Atualmente, são 24 partidos políticos envolvidos em atos de corrupção; entretanto, Moro só persegue o Lula e os integrantes do PT. Provavelmente, ele teria sido alertado para não prender nenhum golpista ligado ao PSDB.

Em entrevista à Folha de São Paulo, o consagrado físico e professor emérito da UNICAMP, Rogério Cezar de Cerqueira Leite, declara que “o juiz Sérgio Moro pode ter o mesmo fim trágico do fanático religioso Girolamo Savonarrola, que foi queimado vivo, em Florença após dedicar sua vida a perseguir todos os que, segundo sua visão moralista e puritana, não eram seres puros”.

“O próprio PSDB - segundo o professor Rogério -, com apoio do DEM, se encarregará de tramar um fim muito doloroso para o comandante da Lava Jato, visto que, depois que ele neutralizar o Lula, e varrer o PT do cenário político, ele passará a ser uma ameaça para todos os políticos envolvidos em corrupção, dos partidos em geral”.

Se o Moro prender algum político corrupto do PSDB ou do DEM , ele sabe que corre risco de morte. A estratégia da Operação Lava Jato, não é combater a corrupção, e sim, impedir que Lula saia candidato à Presidência da República e, ao mesmo tempo, impedir o retorno do PT ao Poder. Depois de cumprido o seu papel de "fantoche" ou "pau mandado do PSDB", o Moro poderá ser isolado ou riscado do mapa. Até o deputado deposto da Câmara Federal, Eduardo Cunha, ao receber a ordem da PGR para prendê-lo, Moro recusou, e assinou uma petição perdoando seus crimes, por ser filiado ao PMDB.

Muito antes da eleição de 2018, o STF poderá dar um golpe em Temer, e instituir o juiz Gilmar Mendes como Presidente interino do Brasil, para que ele possa trabalhar para eleger um candidato do PSDB, que não seja Aécio Neves, porque está muito queimado.

Provavelmente, o candidato de 2018 seja José Serra. Não posso provar, mas tenho convicção de que tudo está caminhando nessa direção! DESPERTA BRASIL!!!

De: Wilson Dias, jornalista e escritor



21 dicas para dar a volta por cima após a separação

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BBxiXdnNão dá para dizer que não... passar pelo processo de separação é sempre muito doloroso. Mas nada de se jogar na cama ou no sofá e ficar dias e mais dias assistindo TV e se acabando de chorar, ok? Prova de que é possível sair dessa situação e ser feliz de novo é a empresária Valéria Ruiz, que inclusive criou o site "Bem Separadas" (http://www.bemseparadas.com.br/) para compartilhar esse tipo de assunto com outras mulheres. Ela foi casada por 19 anos e há quatro separou-se

“Quando me separei, muitas pessoas vieram perguntar como foi meu processo, como lidei com a dor e como criei coragem para romper. A partir daí, percebi que outras mulheres tinham as mesmas dúvidas e anseios que eu. Então, pesquisei e não havia nenhum projeto que desse apoio e acolhimento em vários aspectos que permeiam uma separação. Foi quando decidi tirar a ideia do Bem Separadas do papel", conta ela, que hoje tem 42 anos e é mãe de dois filhos adultos

"Já havia feito minha formação em coach e queria contribuir efetivamente com a vida das pessoas, aí percebi uma oportunidade de negócio criando o site, já que pulsa em mim uma veinha empreendedora. Há um ano e cinco meses realizo um sonho de ter um negócio social, contribuindo com a vida de centenas de mulheres", lembra ela que transformou um momento de tristeza - a separação - em oportunidade de negócio ao criar o site

Ainda de acordo com Valéria, a forma que ela encontrou de superar a separação foi assumindo as rédeas da própria vida, não terceirizando para o outro as próprias frustrações e, muito menos, a felicidade dela. "Fui em busca do meu autoconhecimento, assim adquiri autoestima e pude entender que uma relação tem que ser uma questão de escolha e não de necessidade", destaca

E, você, está passando por um momento como esse? Para te ajudar a passar bem rápido por isso, anote a seguir as dicas que Valéria Ruiz compartilha com os leitores do Tempo de Mulher.  CLIQUE NAS IMAGENS PARA CONFERIR!

 

Por Valéria Ruiz/Foto: Divulgação

Moradora quer melhorias para a Rua da Lama

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Lama"Meu nome é Valéria e sou filha da Cidade de Casa Nova BA, perdoe-me pelo horário. Preciso da sua ajuda, é uma denúncia na Cidade de Casa Nova BA.

A conhecida Rua da Lama, no bairro Vila Galvão na Cidade de Casa Nova BA vive um descaso há mais de 20 anos, em épocas de chuva, casas, comércios, escolas e creches são invadidas pela água junto com o esgoto. Moradores acordam na madrugada para limparem suas casas.A atual gestão, prevendo a aproximação das eleições, iniciou as obras, obras essas que já levam exatos 5 meses. Ruas totalmente interditadas pelo lamaçal, sem acesso, com bueiros a céu aberto. Um verdadeiro caos. Agora, fomos à busca de resposta, previsões e soluções e nada conseguimos. Segundo fomos informados a tal obra custou cerca de 14.000.000,00 milhões de reais.

O prefeito usou o dinheiro público em projetos fictícios, e agora que perdeu a eleição, demitiu todos os funcionários contratados, Já recolheu as ambulâncias distribuídas pelos nos distritos.... Dentre muitas outras maldades. Casa Nova teve o centro da cidade maquiado, pois os problemas mesmo não foram resolvidos. Pedimos que as obras sejam concluídas, que tenhamos nossas ruas liberadas para o acesso. Temos muitas crianças e idosos, que adoecem com o mau cheiro e a quantidade e mosquitos. 

Na última sexta feira, fomos surpreendidos com uma pequena chuva e ficamos assustados com a quantidade de água que ficou acumulada em tão pouco tempo. Um grave acidente poderia ter acontecido, uma criança caiu em um dos buracos cobertos pela água, foi salva por um morador.

Queremos chamar a atenção desse governo, da justiça, do ministério público para que seja investigado, tanto dinheiro investido sem obra concluída, só outdoor. Pedimos ajuda, porque abaixo assinado não resolve mais".

 

Valéria da Rua da Lama

Aos mestres do Brasil

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Janguiê Diniz Por Armando Artoni 8Um bom professor tem um papel fundamental na vida do seu aluno. Todos nós temos alguma lembrança boa de um profissional que foi um mestre na nossa infância ou até na faculdade. Seja o “tio” ou “tia”, “professor”, “prof.” ou “mestre”, todos aqueles que trabalham com educação, na educação infantil, Ensino Fundamental ou Ensino Superior, está ajudando a formar cidadãos que construirão a sociedade em que vivem. 

O professor é uma das profissões mais antigas e mais importantes pelo seu papel na formação de crianças, jovens e adultos. Professor é aquele que ensina, que transmite conhecimento, é essencial para a formação do ser humano. Professores são mestres que levamos pela vida afora. Ser professor é viver o seu tempo com sensibilidade e consciência. É saber lidar com as diferenças, ter flexibilidade e ajudar o seu aluno a refletir. É ser um difusor do saber. 

Tenho orgulho de ter sido professor de centenas de alunos e sei que todos aqueles que decidem por seguir a docência também se sentem assim. A humanidade precisa de educadores que possibilitem transformar as informações em conhecimento e em consciência crítica, para formar cidadãos sensíveis e que busquem um mundo mais justo, mais produtivo e mais saudável para todos. 

Infelizmente, apesar da importância, os professores ainda não têm a valorização que merecem em nosso país. A grande maioria entra em salas de aula com estruturas precárias e tem salários baixos. Além disso, os cursos de Pedagogia não preparam os profissionais para lidar com problemas como violência, indisciplina e dificuldades de aprendizagem. A forma com que se trata o professor é um dos primeiros problemas que hoje enfrentamos para atrair alguém para dar aula no Brasil.

O Plano Nacional de Educação (PNE) dedica quatro de suas 20 metas aos professores: prevê formação inicial, formação continuada, valorização do profissional e plano de carreira. Para que se tenha uma dimensão do trabalho que o país tem pela frente, entre os 2,2 milhões de docentes que atuam na educação básica do país, 24% não possuem a formação adequada, conforme dados do Censo Escolar 2014. 

Durante a minha trajetória acadêmica, aprendi que o professor tem um poder que nenhum outro profissional tem. O professor pode mudar uma vida e não há profissão mais bonita nesse mundo. Entendendo, que uma sociedade desenvolvida, é uma sociedade esclarecida e o esclarecimento vem, principalmente, através dos professores. Para tal, é preciso, em primeiro lugar, a valorização desses profissionais.  A decisão sobre como devem ser formados os novos profissionais impacta no projeto educacional de qualquer nação.

Rui Barbosa, em uma de suas citações, disse aos professores:  “Se és capaz de aceitar teus alunos como são, com suas diferentes realidades sociais, humanas e culturais; se os levas a superar as dificuldades, limitações ou fracassos, sem humilhações, sem inúteis frustrações; se os levas a refletir mais do que decorar; se te emocionas com a visão de tantas criaturas que de ti dependem para desabrochar em consciência, criatividade, liberdade e responsabilidade, então podes dizer: sou mestre!”. Hoje, entretanto, precisamos dizer: “Obrigado!” aos nossos professores. Obrigado pelos esforços, pela paciência e por terem sido e serem tão importantes na nossa formação. Obrigado por nos fazerem repensar o nosso lugar no mundo, e a importância do nosso modo de estar no mundo. 

Por Dr. Janguiê Diniz

Aos mestres do Brasil– Janguiê Diniz – Mestre e Doutor em Direito – Reitor da UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau - Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional – O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Já que falaram em bestas

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784 corte"Pro grego, o pai de família, esse que cuida de tudo, da economia, ele chama despotes. Ele é o déspota. É por isso que quando os gregos inventam a política, a primeira coisa que eles fazem é seguir o espaço privado da família despótica. O pai de família e a mãe é a mesma coisa. Isso que nós entendemos que é o pai, a mãe e os filhos, e que tem que acrescentar avô e avó, tio e tia, primo e prima, isso é uma invenção do capitalismo, no final do século XVIII, durante o século XIX. Então tem data esse tipo de família, chamada família conjugal. Como a família restrita tem quase menos de dois séculos, um século e pouco. É recentíssimo. É por isso que é um assunto divertido os caras fazem barulho defendendo a família como uma instituição natural, eterna. Sabe, são umas bestas". ( Esse trecho da palestra da socióloga Marilena Chauí a estudantes do Colégio Oswald de Andrade, em SP, pode ser assistido aqui).

          É tão descosturada a fala da socióloga petista que fica difícil entender várias coisas: 1ª) como uma escola convida uma pessoa tão leviana e enredada em conceitos para fazer palestras a adolescentes; 2ª) como a academia brasileira chegou a nível tão ínfimo na capacidade de expressão; 3ª) que diabo, mesmo, foi isso que ela disse?

          No entanto, assim como não sei exatamente o que ela disse nesse português inepto, eu sei onde ela quer chegar. Chauí repetiu, muito mal, um discurso marxista concebido para abalar os fundamentos da instituição familiar, condição indispensável para construir a prevalência do Estado sobre tudo e todos. Os países comunistas debilitam a família a ponto de estimular os filhos a denunciarem os pais por conduta antirrevolucionária. (Na Coreia do Norte ainda hoje é assim, conforme descrito por Shin Dong-hyuk no impressionante best-seller mundial "Fuga do Campo 14").

          No meu livro "Cuba, a tragédia da utopia" há bons relatos, também, sobre os esforços publicitários da revolução cubana no sentido de superar essa restrição das famílias ao comunismo. Como muitas estavam cientes e informadas sobre o que acontecia a esse respeito na URSS, o governo se obrigou a uma insistente campanha para afirmar que não faria exatamente aquilo que estava fazendo ao separar os filhos dos pais em "projetos educacionais".

          Assim, quando se considera a relação umbilical entre o PT e sua socióloga, quando se tem presente o verdadeiro baião de dois que ela e o partido dançam na mesma cadência ideológica, percebe-se a coerência entre o discurso da uspiana e a prática dos companheiros alçados a posições de influência na nomenclatura do Estado. Afinal, em que momento se pôde observar sinal de valorização da instituição familiar nas práticas pedagógicas dos sucessivos governos petistas? Onde a família conjugal mereceu zelo e teve respeito a responsabilidade dos pais na formação moral dos filhos?

          Na cabeça dos que se habituaram a manejar as peças no tabuleiro da educação brasileira, os pais de família são déspotas. Quem, como eu, defende a instituição familiar é uma besta. E quem protege os filhos do suposto despotismo paterno é um libertador. Em tal delírio, caberia ao Estado a generosa e democrática tarefa de prover liberdade e justiça. Quando os aparelhos instalados no sistema de ensino perderam parte de seu poder de mando, os agentes da revolução surtaram de vez. Só alguém muito besta dirá que não precisa acautelar-se em relação a essas ideias, indivíduos e organizações.

Por Percival Puggina