O que fazer em meio a crise?

Publicado em Artigos

criseA crise financeira que abalou o mundo e trouxe uma onda ruim para o Brasil, já afeta a carteira assinada de muita gente, gerando consequentemente milhares de desempregados. Grande parte das empresas está aproveitando esse momento para identificar as reais necessidades de competências de seu capital humano. Essa diminuição traz como consequência uma queda no nível dos salários e uma exigência de qualificação maior da mão de obra.

No idioma chinês a palavra crise tem dois ideogramas, que significam perigo e oportunidade. Enfrentar uma crise requer entendimento do ambiente de negócios, preparo para compreendê-la e ações para reagir. Nem sempre é simples, mas uma primeira reflexão leva a crer que, para sair de uma crise, é preciso mudar. A ordem, então, é fazer todo esforço para se manter no emprego, investindo na atualização profissional, em networking e na dedicação. Toda a atenção à preservação da colocação que se tem hoje, pelo menos, até que haja uma melhor sinalização do que realmente vai acontecer na economia brasileira.

Então, aproveite e faça o TESTE a seguir para identificar se o seu perfil combina com o seu emprego. Clique aqui https://topquiz.com.br/populares/o-seu-perfil-combina-com-o-seu-emprego/ para fazer o TESTE AGORA!

 

Patrícia Vasconcelos
Dept. de Marketing - Top Quiz

Mãe Libertária

Publicado em Artigos

g e libertariosEu preciso te ouvir,

Mãe,

Sim, te ouvir!

Mais do que falar,

Mais do que gritar,

Criar lutas,

Bradar, poetizar,

Não,

Mãe,

A hora é de silenciar!

E te ouvir,

Te entender,

Te buscar,

Te criar

Mundos outros,

Em mim,

E sentir aquelas

Palavras,

Como buchas

De canhão,

E às vezes

Ou quase sempre

Palavras,

Suaves,

Leves

Como algodão.

Ouvir, mãe,

Até sentir

Teu silêncio

De reprovação,

Me libertando

Do que não quero,

Mas é preciso,

Como uma pátria,

Como Pátria-Mãe,

Que protege seu filho

Quando sim

E quando não!

Mãe,

Oh, mãe,

Liberta-me!

Liberta-me sim!

Mas deixa eu voar

Sozinho!

Tropeçar

Sozinho!

Chorar

Sozinho!

Lutar

Sozinho!

Morrer

Sozinho!?

Não, mãe,

Sei que isso

Não deixará,

Porque até

Seus passos

De rodas

Presos

Com rodas

Não me deixará

Partir só!

Me guiará

Até o infinito

Até os horizontes

Mais bonitos,

E mesmo sem ler,

E mesmo sem leitura,

Me ler, és minha cura!

Da anarquia

Materna

Até à Lua

Numa rua

Escura,

É terna

Sua loucura

E semelhante

A minha insanidade

Vamos pintando

Os dias de hoje

Os dias de antes

Os dias de depois,

Vamos pintando, mãe,

Um país de verdade!

Um BRASIL de verdade!

 

* Paulo Carvalho – jornalista e escritor

A incriminação do preconceito

Publicado em Artigos

Eduardo França

 

A palavra preconceito é formada pelo prefixo latino “pré” (anterioridade, antecedência) mais o substantivo “conceito” (opinião, reputação, julgamento, avaliação). O preconceito é, portanto, o conceito formado antes de se ter os conhecimentos necessários; é a opinião formada antecipadamente, sem maior ponderação.

Para analisar, O preconceituoso não é considerável um  “réu” para julgamento moral. O “erro” de apresentar um conceito até equivocado antes do fato conceituado não o faz o preconceituoso um criminoso (moral, social), mas sim, se o mesmo exercer a ação sobre seu equivoco, o que poderia tornar uma discriminação, intolerância (seja racial, étnica, sexual e afins) sobre temas polêmicos previsto na lei. Parece até uma pouquíssima diferença de quem pensa (preconceituoso) para o quem age (tornado um conceito até comprometedor), formando uma interligação na nossa condição, mas mesmo com essa aparência, há sim uma grande diferença. Toda construção (conceito) de fatos, em sua percepção partindo o agente ativo é limitada, e sendo limitada criam-se âmbitos de probabilidade (um preconceito) nas características. Não tem como definir por completo uma relação de indivíduos sem o equivoco, sendo esses positivos ou negativos, assim, somos todos nessa mesma parcela de preconceituosos.

Além disso, a pressão de "discriminar" (discriminar mesmo!), “injuriar”, “caluniar” um individuo por um preconceito ou até mais, omite a liberdade de um livre pensamento de analise do ser, sendo assim, uma arma psicológica. A forma de discriminação, intolerância e outros malefícios devem ser punidos como uma irresponsabilidade social. Porém, acusar um pré-conceito é definir um individuo como um todo sem a mínima prova da ação, também é um ciclo sem fim das acusações.

Você poderia estar vendo em evidência esta palavra. Preconceito é vista em discursos como malefícios a sociedades que até nos representa. Então, lógico até, que o individuo (qualquer) não age diferente dos seus pensamentos valorosos. Mas a diferença está na Palavra. Sim, a palavra preconceito está sendo difundida como discriminação e toda ofensa (parte para algo totalmente negativo), e não como um pré-julgamento conceituado. Quando eu (a força ativa) acuso você (força reativa) de ser um preconceituoso, estou lhe definindo em um todo como equivocado, e não seus outros conceitos já analisados, e assim você, num âmbito social, será totalmente “segregado” das opiniões, ou conceitos por esse motivo. É uma afirmação poderosa, pois criminaliza o “preconceituoso” pela ação negativa. Mas porque só vale para a ação negativa? 

O sociólogo e teórico crítico esloveno Slavoj Žižek, em um pequeno vídeo no Youtube, debate uma analise de que o “politicamente Correto É Uma Forma Mais Perigosa De Totalitarismo” por um portal da web chamado Big Think. Slavoj traz a tona que o politicamente correto do mundo pós-moderno (hoje) carrega um sentimentalismo nas palavras, assim mantendo uma zona de conforto inconfrontável no individuo. Seria a palavra “Preconceito”, carregada de sentimento em nossa sociedade? Torna-la parcial para subjugar o individuo como em nossa sociedade de alguma forma oprime o conceito questionador ou analítico dele?

Pois, as palavras preconceito e preconceituoso são voláteis para coisas boas (positivas) como as ruins (negativas), e de acordo com os valores sentimentais, pode gerar grandes proporções, como condenar a palavra. E o entrave da palavra vem em choque com outras, sendo assim qual a diferença do Preconceito para um conceito errado em nossas bocas?  

 

Por Eduardo França – estudante.

Espectro

Publicado em Artigos

Espectro


EspectroFoi o abuso de Deus que me fez assim
Veja como Ele é sábio, e como manda
Os seus gêneros imutáveis imitá-lo,
E ainda se rebela sorrindo para mim!

Logo eu, um espectro insano e maldito,
Que de longas noites e largos dias
Me vejo apodrecido num lápide fria,
E mesmo enquanto vivo era só espírito!

Oh, Deus, imensurável seja Tua ira,
Sobre aquele corpo que tomaste como Teu,
Um cálice covarde, um vinho e uma lira,
E os sonhos torpes do Inferno ao Céu!

Como provaste Teu cálice era maior,
Que a dúvida do Teu filho diante do ateu!
E o sangue que da Cruz se transformou
Em um amor que Ele nunca recebeu.


*Paulo Carvalho - jornalista, poeta e escritor.

 

 

 

@ Editorial - Que tipo de cidadão é você?

Publicado em Artigos

Logo jornal A Notícia do ValeSe você se corrompe facilmente quando está no poder ou chegou lá através de atos ilícitos, de acordos político-partidários, de apadrinhamentos nada decentes, com certeza você não é um bom exemplo de homem público muito menos de cidadão.

Infelizmente a política nacional está cheia desses exemplos, que ao invés do povo copiá-los deve mesmo é execrá-los da vida pública. Não são dignos de nos representar, não deviam ao menos ter direito a ser votados, e não adianta dizer que pra isso tem punição com a lei da ficha limpa. Que lei? Aquela fantasiosa que mais cobre do que pune? Aquela que a nação aplaude, mas que na verdade absolve criminosos do erário, dando a eles “legítima defesa” e mais uma série de privilégios para continuarem usufruindo das “tetas do governo”? Não, não é esta lei que o Brasil precisa, até porque ela não existe como deveria existir.  

Quantos criminosos políticos voltaram à vida pública, depois dessa lei? E se ainda não voltaram, estão prestes a voltar, porque seus “respeitosos” advogados farão até o impossível para provar o quanto seus “clientes” são inocentes.

São “Deuses”? Querem ser, e não descansam enquanto não conseguem. Estamos e vamos continuar convivendo com essa lama ainda por muito tempo, porque daqui que se prove o que certas leis acobertam, o país já foi pro inferno com milhões de brasileiros vivendo de esperança, aquela que nunca morre, mas nos mata todos os dias.

E nós não podemos condenar o povo brasileiro pelo “jeitinho” que arranja para sobreviver. Porque se mirarmos nos exemplos que temos daqueles que elegemos para cuidar do nosso país, lamentavelmente seremos cópias fiéis dessa corrupção que “não tem jeito e nunca terá”.

Não vamos condenar porque já sabemos de onde esse “jeitinho brasileiro” vem. Mas podemos tentar mudar, embora decepcionados, porque enquanto tentamos consertar o nosso país com nossa honestidade, ética, civilidade, aqueles que deveriam nos dar o bom exemplo e até se juntar a nós fazem justamente o contrário, e são os mais privilegiados, os mais premiados, e sempre voltam ao poder rindo na cara do povo.

A Justiça, para não ferir a “Lei”, absolve criminosos, afinal, não existem provas contra eles, o que existem são “convicções” e uma série de delações onde todos, mas todos mesmo são premiados.