Vândalos destroem parte da Praça reconstruída da Mônica

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praçadamonica1As plantas foram substituídas, os bancos da praça foram postos para dar o descanso merecido, o parque, para dar a alegria às crianças, tudo isso era para deixar claro que a única intenção do Prefeito e equipe era o de resgatar o patrimônio público de nossa cidade que fora destruído anteriormente.

A Praça da Mônica foi reconstruída com muito carinho e dedicação para dar uma beleza a mais em nossa cidade. Após alguns dias de reinaugurada eis que surge outra "equipe de trabalho" a dos vândalos para depredá-la. Hoje ao passar pela praça, deparei-me com esta cena de vandalismo - QUEBRARAM O PEDESTAL EM MÁRMORE E ARRACARAM A PLACA DA PRAÇA (vejam os destroços no gramado á sua direita na cor cinza) que marca que a reforma da fora feita.

Toda vez que algo assim ocorre é necessário gastar tempo dos funcionários da prefeitura e dinheiro dos contribuintes do município para refazer ou concertar o que foi estragado. Dinheiro e tempo que poderiam estar sendo usados na realização de outras obras na nossa cidade.

Pedimos que haja segurança pelos guardas e a população juazeirense que não seja conivente com esse tipo de atitude e zele pela preservação de nossas praças, jardins e prédios públicos. Eles estão aqui para o bem comum e preservá-los é dever de todos.

 

Por Valterlino Pimentel (Pinguim)

Loteamento Prolar em Piranga ganha ruas calçadas e saneadas

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ruaspirangaloteamentoprolarO prefeito Paulo Bonfim, acompanhado do secretário de Obras e Desenvolvimento Urbano (SEDUR), Anderson Alves, realizou nesta sexta-feira (06) a entrega das ruas Canaã, 03 e Travessa B, no Loteamento Prolar, para a população do bairro Piranga, totalmente saneadas e pavimentadas, cumprindo mais uma agenda do ‘Toda Sexta tem Obra’.

“As intervenções tiveram as ordens de serviço autorizadas pelo prefeito Paulo Bonfim na semana do aniversário da cidade, no mês de julho, juntamente com 18 outras ruas e hoje estamos aqui, menos de três meses depois entregando a comunidade do bairro Piranga as ruas do Loteamento Prolar, totalmente pavimentadas, com calçadas, meio fio e linha d’água”, destacou o secretário de obras Anderson Alves.

A pavimentação de todo bairro Piranga faz parte do projeto de Intervenção da Poligonal Urbana desenvolvido pela Prefeitura de Juazeiro, através da SEDUR, que além de Piranga beneficia outros 11 bairros com obras de pavimentação, habitação, drenagem, entre outros.

Roselande Castro, uma das primeiras moradoras da Rua 03, comemorou o fato da rua er pavimentada. “Isso é maravilhoso! Hoje temos rua saneada e pavimentada. Antigamente as crianças não podiam sequer brincar na rua. Muitas ficavam até doentes por causa da poeira e da lama que tinha. Hoje está 100%. Valorizou também nossas casas”, afirmou.

Os moradores da Rua Canaã fizeram questão de agradecer ao prefeito Paulo Bonfim pela obra que trouxe mais dignidade aos seus moradores e freqüentadores. Foi o que fez Elindimar Silva, moradora da rua há mais de 20 anos. “Nenhum prefeito olhou por essas ruas. A última obra realizada por aqui, foi a pavimentação de uma rua em que morava um parente de um ex prefeito e a entrada da rua 03, e isso tem mais de 15 anos. No mês de julho foi iniciada a obra aqui no loteamento e hoje o prefeito está inaugurando as ruas pavimentadas  e com certeza ainda vem muito mais. Temos muito que agradecer ao prefeito Paulo Bonfim, por olhar não só pelo bairro Piranga mas por toda Juazeiro, obrigada Prefeito!”, agradeceu a moradora emocionada.

O prefeito destacou as ações que estão sendo realizadas pela Prefeitura mesmo em tempos de crise econômica. ”Mesmo com as dificuldades que vive o país estamos realizando obras, fazendo o que é possível para melhorar a vida da população juazeirense, na saúde, educação, infraestrutura, abastecimento. Estamos dando seguimento ao projeto do ex-prefeito Isaac Carvalho, e com muito trabalho já conseguimos entregar mais 30 ruas pavimentadas, sendo 11 delas aqui no bairro Piranga”, declarou o prefeito Paulo Bonfim.

Ascom /PMJ

Suspeito de matar medico de Juazeiro em Salvador, morre em confronto com a Policia

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fantasmaoO suspeito de matar a tiros um jovem de 20 anos no Alto de Ondina, em Salvador, no último domingo (1º), foi morto em confronto com policiais militares nesta quinta-feira (5), segundo informações divulgadas pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA). Ycaro Caldas Fonseca, conhecido como “Fantasmão”, que também tinha 20 anos, estava com um mandado de prisao em aberto pelo crime contra Rafael Santos Silva.

O suspeito ainda é apontado pela polícia como integrante da quadrilha responsável pelo latrocício (roubo seguido de morte) do médico Márcio Espínola Ramos, crime ocorrido no carnaval de 2013 de Salvador, quando Ycaro ainda era menor de idade.

Na épóca, o médico morreu após ser agredido durante um assalto quando ia com um amigo em direção ao Rio Vermelho à procura de um táxi. Outros suspeitos de envolvimento no crime foram presos na ocasião.

Ycaro foi localizado, na tarde desta quinta, escondido no Vale das Pedrinhas. Abordado por uma guarnição do Garra, unidade do Esquadrão Águia, na Rua do Eco, ele trocou tiros com os policiais e acabou atingido. Segundo a SSP, o suspeito chegou a ser encaminhado ao Hospital Geral do Estado, mas não resistiu aos ferimentos. Com ele a polícia disse ter apreendido um revólver calibre 38.

Conforme a SSP, Ycaro já possuía envolvimento com uma facção criminosa e também é apontado como suspeito de espalhar uma série de boatos de toque de recolher no Alto de Ondina, conforme denúncias anônimas da população enviadas à polícia. Ainda segundo a polícia, Ycaro já havia sido preso em flagrante, em abril deste ano, por tráfico de drogas.

Morte de médico

Segundo familiares, o médico foi agredido no momento em que buscava um táxi, no bairro do Rio Vermelho, após se divertir no carnaval de 2013 de Salvador.

O pai da vítima, Rivadázio Espínola, contou na ocasião que seu fiho passou por uma cirurgia para drenar sangue na cabeça. Segundo parentes, o médicomarcio espinola saía do camarote, no bairro de Ondina, parte do circuito Dodô, junto com um amigo, e caminhou até o bairro do Rio Vermelho para buscar um táxi, quando eles foram abordados por dois homens, que anunciaram o assalto.

Parentes contaram que o amigo teve um cordão de ouro roubado e o médico reagiu à ação, sendo agredido com um murro. Após a agressão, segundo parentes, ele caiu no chão, bateu a cabeça e levou chutes por parte dos suspeitos. A vítima foi levada, primeiro, para o Hospital Geral do Estado (HGE) e, em seguida, transferida para o Santa Izabel.

O médico, no entanto, teve uma parada cardíaca e morreu. O enterro foi realizado no dia 18 de fevereiro em Juazeiro, norte da Bahia. Em depoimento à polícia, um dos suspeitos de participação no crime chegou a dizer que a corrente roubada "era tão fina que não a venderia nem por R$100".

 

Fonte G1 Bahia

“Velho Chico” - 516 Anos

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Wilson Dias*

WilsonApelidado como "Velho Chico", "Chicão", "Rio de Barbas Brancas", o rio São Francisco foi descoberto em 4 de outubro de 1501, pelo genovês Américo Vespúcio, assessor científico do comandante Gonçalo Coelho. Depois de descobrir o Cabo de Santo Agostinho e os rios São Miguel e São Jerônimo, no dia 4 de outubro de 1501, Américo Vespúcio chega à foz do rio São Francisco. O genovês batizou o "Velho Chico" com este nome porque o dia do seu descobrimento era o dia de São Francisco de Assis. Antes da sua descoberta, o rio São Francisco era denominado de "Opará", pelos nativos, que significa "Rio Mar". A região era habitada por centenas de tribos indígenas, que se deslocavam do litoral e também dos sertões goianos e cearenses para ficar distante do homem branco que aos poucos iam ocupando suas terras e dizimando as nações de nativos.

Dentre as nações indígenas que ocupavam as margens do rio São Francisco destacava-se os cariris, além dos tuchás, os coroados, os vermelhos, os caiapós, os tapuás, os rodelas, os chacribás, os gamelas e os índios gês, que foram expulsos do litoral pelos vitoriosos tupis. Todas essas tribos cediam suas terras aos conquistadores que chegavam. As tribos que resistiam ao homem branco eram dizimadas sem piedade. Todas as cidades ribeirinhas do São Francisco foram oriundas de lutas sangrentas entreíndios e conquistadores, com exceção de Juazeiro e Petrolina, onde os "cariris" e os homens brancos viviam em perfeita harmonia.

As Conquistas do Grande Vale

Atualmente, a região do Francisco conta com várias indústrias e órgãos do Governo Federal. Com o advento da agricultura irrigada, a região experimentou certo desenvolvimento. Mas, apesar de todo o progresso, homem e bicho continuam vivendo exclusivamente do rio. Os que mourejam o Grande Vale vivem e morrem na dependência das águas do Velho Chico. Os seus habitantes edificam moradias para sua habitação; semeias campos e plantam vinhas, que produzem frutos em abundância.

As cidades de Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), além de Pirapora (MG) foram as que mais se desenvolveram no Vale Sanfranciscano. Graças à atuação política da família Coelho, em Petrolina, e da atuação do então prefeito de Juazeiro, Jorge Khoury, que implantou projetos de irrigação e um Centro Industrial na cidade. Tudo isso contribuiu para se realizar grandes conquistas. A região e o próprio rio têm como grande defensor o ex-deputado estadual Pedro Alcântara. A conquista do São Francisco foi ensaiada em 1543, quando Duarte Coelho, por força da primeira Carta Régia, adentrou a região para escravizar os índios que ocupavam o Grande Vale. Até o ano de 1560, a cidade de Penedo, Estado de Alagoas, era um grande centro de convergência do mercado de escravos.

Em 1763, quando a sede do Governo Geral foi mudada de Salvador para o Rio de Janeiro, o Vale do São Francisco experimentou um isolamento que até hoje reflete em sua economia. Com a transferência da sede do Governo Geral para o Rio, o “Velho Chico” perdeu sua importância de "grande caminho" para as minas de ouro do Estado mineiro. Essa mudança contribuiu para o desaparecimento do intenso tráfego de embarcações, como também para o desaparecimento dos grandes currais de criadores de gado que definhavam ante o isolamento do Vale abandonado. A verdade é que os bravos colonizadores de Pernambuco e Bahia, a quem se deve realmente a conquista do Grande Vale Sanfranciscano, de início não agiram como colonizadores, e sim como exterminadores de tribos indígenas. Para justificar as chacinas, os empreiteiros que eram pagos para escravizar ou matar os nativos da região, pregoavam que os índios eram ferocíssimos.

O "Chicão" e a Constituição de 1946

Até o ano de 1946 não existia nenhuma obra importante feita pelo Governo Federal, no Grande Vale Sanfranciscano. Somente depois da Constituição de 1946, a região do Francisco passou a ser contemplada pelo Governo, isto graças aos esforços do "Cidadão Baiano", deputado Manoel Novaes, que, no dia 3 de junho daquele ano, apresentou ao Projeto Constitucional a "Emenda de n° 179", que foi subsescrita pelos deputados Luiz Viana, Juracy Magalhães, Teódulo de Albuquerque e outros. A Emenda n° 179, do deputado Manoel Novaes, estabelece a obrigatoriedade da solução do problema do Vale do São Francisco, dentro de um prazo de 20 anos. Desta Emenda se originou o artigo 29 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. A Constituição de 1946 foi promulgada pela terceira Constituinte Republicana, que foi instalada com o fim de desenvolver a autonomia dos Estados e Municípios, além de consolidar a independência dos três Poderes Constituídos - Executivo, Legislativo e Judiciário. Visava, também, instituir o direito de greve. Segundo consta nos anais do Diário do Congresso Nacional, de 7 de junho de 1946, no dia 3 de junho daquele ano em que Manoel Novaes apresentou a Emenda 179, que trouxe o progresso ao Vale do Francisco, se reuniu 103 parlamentares.

Antes do advento da Constituição de 46, o povo ribeirinho nascia em extrema pobreza e morria no cabo da enxada, sem assistência médica. O povo não tinha noções de higiene e, por essa razão, eram precárias as condições de saúde no Vale. A população continuamente era agredida pelo impaludismo endêmico e minada pela verminose, pela sífilis e pela tuberculose. Os maiores focos de enfermidades eram as localidades situadas em Januária e regiões dos tributários do São Francisco como Paracatu, Paraopeba e rio Verde. Mesmo doente e esquecido pelos sucessivos governos brasileiros, esse povo era, e continua sendo a grande força produtiva da Nação.

Uma vez promulgada a Constituição de 1946, a Bancada Baiana no Congresso Nacional apresentou os projetos de lei n° 244 e 262, para que não morresse no papel o artigo 29 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, e lhe desse a devida validade e celeridade. O primeiro projeto apresentado regulava a aplicação dos recursos vinculados ao mesmo artigo, e o segundo criava a Comissão do Vale do São Francisco, destinada a organizar e dar execução ao Plano Geral de Aproveitamento do São Francisco. O projeto n° 244 foi transformado na primeira lei da história do São Francisco, a qual foi sancionada pelo presidente Eurico Dutra, em 15 de fevereiro de 1947, sob n° 23 e, mais tarde, em 15 de dezembro de 1948, foi sancionado a segunda lei de n° 541, que criou a Comissão do Vale do São Francisco.

Como resultado da Constituição de 1946, muitas obras foram executadas no Vale do São Francisco a partir de 1947, pelo Governo Federal. Dentre as obras tidas como filhas da Constituição, destacamos a Ponte Presidente Dutra, que interliga as cidades de Juazeiro e Petrolina; as barragens de Três Marias, no Alto São Francisco, e Paulo Afonso, no baixo Sub-Médio São Francisco, além de Sobradinho e Moxotó. Ainda em 1947, iniciaram as obras dos hospitais regionais e maternidades nas cidades mais desenvolvidas do Vale, como Juazeiro, Curaçá, Pirapora-MG e outras, além dos serviços de abastecimento de água, linhas telegráficas, prédios de Correios e Telégrafos. Foram perfurados poços tubulares, implantadas linhas de transmissão do sistema CHESF, rodovias, cais de atracação e proteção, estradas-de-ferro, campos de pouso, colégios, postos de saúde e outras obras. Para iniciar o elenco de obras, foram consignados os primeiros 30 milhões de cruzeiros, destinados à construção da Usina de Paulo Afonso. De igual modo foi lançada a verba de 6 milhões, para dar início à campanha de detetização, com o objetivo de erradicar a malária na região do Francisco. Com isso, o Grande Vale foi o palco da primeira detetização no Brasil em matéria de combate à malária.

A História das Barragens

No século passado, o engenheiro Geraldo Rocha escreveu um trabalho de pesquisa sobre o rio São Francisco, onde ele propõe ao Governo Imperial a construção de uma escada de 11 barragens no leito do "Velho Chico", localizando-se nos municípios de Pirapora-MG e Morpará-Ba., além dos seus afluentes: rio Grande, rio Paracatu, rio Urucuia e rio das Velhas. Essas represas devem ser projetadas e destinadas a múltiplos fins, que são: 1)facilitar a navegação no rio São Francisco; 2)permitir o armazenamento das águas; 3)governar a distribuição das águas para irrigação; 4)regularizar o regime de descarga do rio, para evitar enchentes catastróficas; 5)produzir energia elétrica. A história das usinas de Paulo Afonso confunde-se com a história da própria CHESF, vez que, a criação da empresa se deu em 15 de março de 1948, com a finalidade de construir a primeira usina do São Francisco para aproveitar o potencial hidráulico

disponível nas corredeiras de Paulo Afonso, no leito do "Velho Chico". A primeira concessão para o aproveitamento hidráulico no rio São Francisco mediante a construção de duas barragens, foi assinada pelo Governo Imperial, em 10 de março de 1883. Mas, o Decreto n° 8.753, que determinou a construção da barragem de Santana do Sobrado, e de Itaparica, só foi aprovado em 31 de maio de 1911, já na República.

A primeira barragem implantada no leito do "Velho Chico", atualmente denominada de Paulo Afonso I, teve suas obras iniciadas em março de 1949. Cinco anos depois do início de sua construção, precisamente em setembro de 1954, foi feito o fechamento do rio. Essa barragem tem 4.215 metros de comprimento, e um sistema extravasor com capacidade de descarga de 22 mil M3/seg. Sua casa de máquinas subterrânea tem capacidade para 60 mil kw. Ao todo, Paulo Afonso é praticamente ilhada por águas de quatro represas. Além dos reservatórios de Paulo Afonso I, II, III e IV,o Governo, através da CHESF, construiu a montante da Usina de Paulo Afonso a barragem de Moxotó, que foi inaugurada em 1974, com capacidade máxima de descarga de 28 mil M3/seg. A crista dessa barragem tem comprimento de 2.285 metros, e 30 metros de altura. O seu reservatório alaga uma área de 93 quilômetros quadrados.

Um pouco mais acima de Moxotó, distante 50 quilômetros de Paulo Afonso, existe outra barragem denominada de Itaparica, no município de Petrolândia, Estado de Pernambuco. Sua represa ocupa uma área de 884 K2, e tem uma descarga de 28.850 M3/seg. Suas obras foram iniciadas em novembro de 1975, sendo inaugurada em abril de 1983. A CHESF informou que a energia acumulada e disponível nas corredeiras de Itaparica é da ordem de l mil kw, o que permite a instalação de outras dez usinas geradoras de energia elétrica na localidade, cada uma com potência de produção de 250 kw. A barragem de Itaparica é quase três vezes mais alta que a de Sobradinho.

A Represa de Sobradinho

Implantada sobre as rochas que formavam a Cachoeira do Sobrado, no município de Juazeiro, distante 47 quilômetros da sede municipal, a montante da cidade, a barragem de Sobradinho forma a maior represa já construída pela mão do homem. O reservatório de Sobradinho forma o maior lago artificial do mundo, e alaga uma área de 350 quilômetros de extensão até o município de Xique Xique, na Bahia. Há trechos da represa que atingem até 40 quilômetros de largura, de uma a outra margem. A represa de Sobradinho acumula 34,2 bilhões de metros cúbicos de água, e forma um espelho d'água da ordem de 4.214 quilômetros quadrados. A obra física da barragem tem extensão de 13 quilômetros de barramento, envolvendo diques e paredes de proteção para a contenção das águas do "Chicão". A altura máxima dos maciços é de 41 metros. O sistema extravasor é composto de 12 descarregadores de fundo e quatro vertedouros de superfície, com comprimento total de no coroamento de 225 metros. Sua capacidade máxima de descarga é da ordem de 27.270 metros cúbicos de água por segundo. A vazão mínima garantida é de 2.060 M3/seg. A testa de segurança da represa, segundo os técnicos da CHESF, tem uma garantia de 10 mil anos de recorrência. Esse mar em pleno sertão inunda uma área superior a 4 mil quilômetros quadrados, atingindo os municípios baianos de Casa Nova, Remanso, Sento Sé e Pilão Arcado, dos quais foram relocadas 72 mil famílias para núcleos habitacionais que foram construídos pela CHESF para esse fim. A barragem possui também uma tomada d'água que foi construída para irrigar a área de Projeto Senador Nilo Coelho, no município de Petrolina, distante 57 quilômetros. Também, tem uma eclusa que permite a continuidade da navegação no rio no trecho compreendido entre Juazeiro-Ba e Pirapora-MG. Sua usina geradora de energia elétrica produz anualmente 3 bilhões e 800 milhões de kilowatts.

Sobradinho e os problemas sociais

Com extensão de 350 quilômetros, o reservatório de Sobradinho forma o maior lago artificial do mundo, acumulando 34,2 bilhões de metros cúbicos de água, o que representa 4.214 quilômetros quadrados de espelho d'água. A barragem de Sobradinho está situada no Sub-Médio São Francisco, localizada a 47 quilômetros a montante da cidade de Juazeiro, no Estado da Bahia. Cognominada "A Obra do Século", a represa de Sobradinho foi construída sob a administração da CHESF - Companhia Hidro Elétrica do São Francisco. Essa Obra tem como finalidade a regularização pluvianual do São Francisco, garantindo uma vazão mínima de 2.060 metros cúbicos de água por segundo, pelas suas comportas. Para a implantação dessa Obra, a CHESF teve que expulsar cerca de 72 mil pessoas de suas terras. Quatro cidades - Remanso, Sento Sé, Casa Nova e Pilão Arcado -, além de dezenas de povoados e terras férteis das margens do rio tiveram que ser abandonados pelos seus moradores que, contra sua própria vontade, ficaram isolados do rio, no centro da caatinga, cujas terras são imprestáveis para a agricultura tendo em vista a falta de água. As mudanças de transferência do povo e seus pertences, das antigas sedes para os núcleos habitacionais construídos pela CHESF para abrigá-los, foram feitas em clima de verdadeiro êxodo. O povo deixou suas terras aos prantos e lamentos dizendo que a barragem de Sobradinho arrancou parte de sua alma, referindo-se ao rio, onde o homem ribeirinho vivia em fartura de pescado; também, não lhe faltava o feijão-verde, o leite retirado na hora do peito da vaca e das cabras, o beiju, a rapadura, a carne-de-sol, a galinha de quintal e o ovo da galinha caipira, além de verduras, legumes, hortaliças e muita fruta. Hoje, tudo isso falta aos ribeirinhos que foram transferidos para longe do rio, em áreas castigadas pela estiagem. O que se vê nessas povoações são problemas sociais, que envolvem pobreza, desemprego, prostituição, marginalidade e muita revolta. Isto perdura desde 1972, quando houve as mudanças.

A História da Navegação do São Francisco

O São Francisco é o 18° rio do mundo em extensão e importância sócio-econômica, com 3.161 quilômetros, representando o terceiro sistema fluvial do Brasil, depois dos rios Amazonas e Paraná. O trecho navegável mais importante do São Francisco é o compreendido entre Juazeiro da Bahia e Pirapora-MG. São 1.371 quilômetros, além do acréscimo de 1.277 quilômetros de trechos navegáveis de seus afluentes situados na região do Médio São Francisco, e mais 228 km entre a cidade de Piranhas e o Oceano Atlântico. Ao todo, o "Velho Chico" dispõe de 6.037 quilômetros de trecho navegável. Atualmente, no setor público, a navegação do São Francisco é explorada pela Companhia de Navegação que tem a sigla de FRANAVE. Essa empresa foi constituída em 1963, e apesar do tempo, a navegação continua como um verdadeiro romantismo, uma vez que suas embarcações são obsoletas e o trecho navegável não oferece condições de tráfego sem riscos em razão do assoreamento do rio que vem sendo maltratado com os desmatamentos de suas margens. Até 1972, o rio são Francisco era trafegado por 94 barcas a motor, 10 vapores e 26 barcas a vela tipo sergipana, além de duas barcas ônibus/dormitório. Tudo foi desativado e transformado em sucata com o advento da barragem de Sobradinho. Em substituição a toda essa frota, o Governo Federal, através da FRANAVE, construiu as chamadas barcas BARRANQUEIRAS, para o transporte de mercadorias. Antes da vinda de Sobradinho, os portos das cidades ribeirinhas do São Francisco eram bem movimentados pelas embarcações que faziam o comércio nas águas. Em todos os portos onde os vapores aportavam trazendo turistas e mercadorias, ali eram realizados uma feira livre improvisada e festa a sanfoneiro para receber os visitantes. Era coisa pra cinema. Anualmente, os vapores do São Francisco que eram conhecidos como "gaiolas", atraíam mais de 600 mil turistas, que embarcavam no porto de Pirapora, em Minas Gerais, e descia o rio nos vapores até o porto de juazeiro, onde era realizada aquela festa de recepção.

Como se originou a Navegação do São Francisco

A navegação do São Francisco é tão antiga quanto o rio. Ela nasceu com os índios "cariris", "caiapós", "xokós", "tuchás" e outros que habitavam às margens do "Chicão", antes de a foz do rio ter sido descoberta pelo genovês Américo Vespúcio. A canoa era o principal meio de transporte do índio. A primeira embarcação feita pelo homem branco para o transporte de mercadorias foi a jangada, que é conhecida na região do Grande Vale como "balsa". Embora esse tipo de embarcação ainda seja usado no Amazonas e no litoral do Brasil, já desapareceu das águas do "Velho Chico”. A canoa foi a embarcação pioneira do São Francisco, e ainda hoje é usada pelos ribeirinhos para pescarias, transportes de cargas e de doentes em caso de emergências. O barranqueiro do São Francisco ama sua canoa e o rio, assim como o gaúcho, nas coxias do Sul ama o seu cavalo e o chimarrão. Depois da canoa surgiu o paquete, de maior dimensão, e logo em seguida apereceu na região, por volta de 1823, a barca movida à vara denominada "tapa-de-gato", conhecida também como "ema", ao contrário da canoa e do paquete que eram movidos à remos.

A barca "ema" ou "tapa-de-gato" tinha à frente uma figura denominada de "carranca do São Francisco", e era impulsionada à vara, por cerca de 15 remeiros, que colocavam uma de suas extremidades no fundo do rio e a outra ao peito, que era dilacerado e tratado com toucinho quente. A vara usada pelos remeiros do São Francisco para impulsionar as antigas barcas media cerca de sete metros.

Esses homens moviam as barcas carregadas de mercadorias com compridas varas, a troco de chagas no peito, que sangravam durante a viagem. Suas feridas eram tratadas com selvageria, aplicando toucinho quente nas áreas afetadas que tinham forma de pisadura de animal. No final do dia o remeiro, após tomar um banho, tratava o ferimento do peito provocado pela vara com toucinho quente. Na manhã seguinte a ferida era reaberta a ponto de sangrar. De sol a sol, esses remeiros subiam e desciam o Rio São Francisco, impulsionando através de varas ao peito lacerado, as barcas carregadas com sal, rapadura, farinha de mandioca, peixe seco, carne de sol, carne de jacaré e outras mercadorias manufaturadas, fazendo um verdadeiro intercâmbio comercial entre Juazeiro (BA) e Januária (MG). Enfim, o remeiro do São Francisco era um verdadeiro “herói das águas”. Esse herói das barrancas do São Francisco que era apelidado de "piau", "burro d'água", "pé pubo" e "porco d'água", foi quem trouxe o desenvolvimento para o Vale Sanfranciscano a custo de feridas no peito em troca de 500 réis (cinco tostões) por dia. Isto em 1947, que correspondia em 1980 a quantia de Cr$ 66,20 (sessenta e seis cruzeiros e vinte centavos). Era muito duro o serviço a que os remeiros do São Francisco se submetiam. Para impulsionar ou sustentar a barca, eles tinham que fazer uma força extraordinária com o peito sobre a extremidade da vara que atingia até 7 metros de comprimento, de maneira que, muitas vezes, o corpo do remeiro ficava horizontalmente estendido, com o peito sobre a ponta da vara e os dedos dos pés sobre as coxias da embarcação. E assim, cada barca "ema" transportava até 30 toneladas de mercadorias, e percorria em média 25 quilômetros diários, fazendo paradas em todos os portos, onde eram feitas transações comerciais, que envolviam carne salgada, peixe seco, couros, peles e produtos agrícolas. Com a aparecimento dos vapores "gaiolas" e as barcas à motor, as barcas "ema" foram desaparecendo até serem extintas.

O Início da Navegação e o roubo de nossas riquezas

Até o ano de 1620 o "Velho Chico" não era navegado. Somente com a notícia do descobrimento de ouro, em suas cabeceiras, o "rio de barbas brancas" passou a ser a principal via de acesso entre o Oceano Atlântico e a então Colônia das Minas Gerais.

Antes da descoberta do ouro, a região do Grande Vale Sanfranciscano era tida como algo sem importância pela Coroa portuguesa, visto que, as Vilas que nasciam à sombra dos "currais" para o criatório de gado eram defasadas em relação ao progresso verificado em outros centros urbanos do litoral. Esse atraso deveu-se às dificuldades de comunicação.

Devido ao atraso da região, apesar da existência dos "currais", em 1620, um estudioso de nome Vicente Licínio Cardoso, que foi contratado pela Coroa para fazer um estudo de viabilidade econômica da região; em seu relatório ele escreveu a seguinte conclusão: O São Francisco é um rio sem história; uma região sem futuro".

Com a descoberta das minas de ouro nas cabeceiras do "Velho Chico", onde hoje é o Estado de Minas Gerais, entre 1681 e 1697, o rio que era tido como algo sem importância, passou a ser navegado intensamente por toda sorte de aventureiros. Com isso, de um dia para outro a tranqüilidade das águas do São Francisco foi substituída pelo burburinho de uma navegação intensa.

Até 1892, o comércio do ouro das minas gerais, pelo rio São Francisco, foi tão intenso, que chegaram a ser transportados pelas suas águas, para o porto de Penedo, em Alagoas, e de lá até Portugal, 71 mil e 83 arrobas de ouro, ou seja, 1 milhão, 66 mil e 255 quilos do metal precioso. Isto foi um verdadeiro assalto ao Brasil promovido pela coroa portuguesa!

As nossas riquezas continuam sendo roubadas, sendo que atualmente, pelos nossos políticos, membros das quadrilhas de bandidos de estimação do Judiciário brasileiro. O maior roubo da atualidade foi registrado no Governo Fernando Henrique Cardoso, com a participação do atual juiz federal Sérgio Moro, que na época era advogado do BANESTADO. Foram desviados do Brasil para o exterior 540 bilhões, beneficiando o PSDB, partido político do próprio Moro.

Os "gaiolas" do São Francisco

Os navios "gaiolas" do São Francisco quer mineiros, quer baianos, exerceram uma missão eminentemente civilizadora e desenvolvimentista na região do Vale. Eles foram os responsáveis pela mudança de costumes sócio-econômicos e culturais que foram modificados à medida que os ribeirinhos do São Francisco iam conhecendo as facetas da civilização de outros povos que chegavam a bordo dos vapores. Foi durante a Guerra do Paraguai que um dos vultos mais destacados e de real influência na região ribeirinha de Minas Gerais, o Barão de Guaicuí, resolveu levar avante a árdua tarefa de construir o primeiro "gaiola" (vapor) que navegaria sobre o rio São Francisco.

O "Saldanha Marinho" foi o primeiro a singrar as águas do "Velho Chico", sendo lançado no rio das Velhas, tributário do São Francisco, em 1871. Hoje este "gaiola" está transformado em monumento nacional, no cais de Juazeiro. O segundo "gaiola" do São Francisco foi o "Presidente Dantas", que veio da Baia da Guanabara para fazer companhia ao "Saldanha Marinho". Foi lançado sobre as águas do rio, no porto de Juazeiro, em 22 de dezembro de 1872. A lancha "Cezário" foi o terceiro barco a vapor a trafegar no "Chicão". Foi lançada no porto de Juazeiro, em 1886, pelos irmãos Cezário Inácio da Silva e Antônio Pedro, ambos comerciantes juazeirenses. Suas viagens eram realizadas até o porto de Bom Jesus da Lapa. O quarto vapor do São Francisco foi o "gaiola São Paulo", de propriedade de Francisco Bispo e Pedro Pereira Primo. Depois foi a vez do vapor "Antônio Nascimento", de propriedade da empresa Nascimento & Irmãos, de Pirapora, sendo desativado em 1965. Depois foi a vez do "São Salvador", que antes tinha a denominação de "Alfredo Viana". A seguir, o "Mata Machado"; o "Engenheiro Halfeld"; o "Melo Viana"; o "Benjamim Guimarães"; o "Barão de Cotegipe"; o "Fernandes da Cunha"; o "Cordeiro de Miranda"; o "Venceslau Braz"; o "Fernão Dias"; o "Antonio Olinto"; o "Santa Clara"; o "Coronel Ramos" o "Francisco Bispo"; o "Sertanejo"; o "Governador Valadares" etc.

As lendas do "Velho Chico"

Os ribeirinhos do São Francisco são supersticiosos, e acreditam na existência do "Negro D'água", conhecido também como "Caboclo das águas" e "Compadre D'água", além da "Mãe D'água", o "Cavalo D'água", e outros mitos que fazem parte das lendas do "Velho Chico" que são transmitidas de pai para filhos e netos.

O "Negro D'água" é um duende de pequena estatura, forte e pele preta, com uma cabeça grande e pelada, e pés grandes e achatados. Essa criatura das águas do São Francisco gosta de mascar fumo e beber cachaça. Segundo os pescadores, esse duende vira a canoa e assusta os peixes, para não serem capturados. Somente depois que é feito um pacto, onde se oferece uma garrafa de "pinga" e fumo de rolo, o "Caboclo das águas" permite aos pescadores capturar os peixes durante uma pescaria noturna. A "Mãe D'água" é outra criatura criada pela imaginação dos barranqueiros do São Francisco. Ela representa uma linda mulher de cabelos longos e verdes como o lodo, com uma bela cauda de peixe, que é sempre vista em noites de lua cheia cantando em cima de pedras das cachoeiras. Ela gosta de receber presentes, como pentes de alumínio, espelhos, perfumes e flores que são colocados sobre as pedras onde ela costuma aparecer. Em retribuição aos presentes a "moça encantada das águas" cantava uma bela canção, deixando os remeiros do São Francisco felizes. Uma antiga lenda assegura que existe na ponta da Ilha do Fogo, entre Juazeiro e Petrolina, uma grande serpente, que está amarrada em três fios de cabelo de Nossa Senhora das Grotas. No dia em que a serpente d'água se libertar, as duas cidades serão inundadas totalmente. Quando da construção da Ponte Presidente Dutra, em 1950, um ex-escafandro, conhecido como "Joaquim Pau-Fedendo", atualmente morador em Pirapora-MG, assegurou ele que viu a "Serpente D'água" quando descia num cabo de água a dentro, para assentar as bases de concreto da obra. Era um terrível monstro do tamanho de um vapor - disse ele - fiquei apavorado, pedi minhas contas e fui embora de Juazeiro.

UM RIO AMEAÇADO

Com muito pesar informo aos meus leitores que o "Velho Chico" faz parte da relação dos rios condenados em conseqüência da poluição de suas águas e o desmatamento de suas margens, especialmente em suas cabeceiras, que resulta no assoreamento do caudal. As águas do "Chicão" não são mais puras como era há 40 anos atrás, em que a gente podia beber o líquido precioso sem que houvesse necessidade de fervê-lo ou passar por tratamento. Atualmente, em razão do alto teor de poluição das águas do rio das Velhas, um tributário do São Francisco, este não se presta para o consumo humano ou uso doméstico. Este afluente do "Velho Chico" recebe dejetos e produtos químicos das indústrias instaladas na zona metropolitana de Belo Horizonte, que são lançados no leito do "rio de barbas brancas". Em razão da poluição verificada naquele trecho compreendido entre o povoado de Guaicuí e o município de Ibiaí, no Estado de Minas Gerais, os ribeirinhos do São Francisco cavam cisternas e poços artesianos às margens do rio para não usar as águas do rio.

O São Francisco volta a ser menos poluído quando o rio passa a receber as águas do Urucuia, do rio Verde, do rio Carinhanha, do rio Corrente, do rio Grande e do rio Preto, os quais deságuam no leito do "Velho Chico" sem qualquer índice de poluição. O Projeto de Transposição das águas do São Francisco elaborado pelo Governo Federal, para os Estados do Ceará e Pernambuco foi um passo importante pelo Governo brasileiro, na pessoa do ex-Presidente da Republica, Luiz Inácio Lula da Silva, o “Lula”. Apesar de vir suprindo a necessidade dos nordestinos que sempre sofreram com a falta d’água, mas, no meu entender, antes de se executar as obras de transposição, deveria acontecer a revitalização do rio.

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*Wilson Dias, é jornalista (DRT/BA 460); Naturopata Clínico (CREMEN 02.1505); Naturoterapeuta (CRT 23.553); e escritor, além de presidente da Associação Baiana de Medicina Natural e Preventiva (ABMNP); E-mail para contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Secretaria de Cultura dá os últimos retoques na organização do Festival de Teatro Wellington Monteclaro

Publicado em Juazeiro

thumbnail Banner 080x120mNa semana que antecede o Festival de Teatro Wellington Monteclaro, a equipe da Secretaria de Cultura, Turismo e Esporte acelera os preparativos com o objetivo de levar ao público o que existe de melhor nas artes cênicas de Juazeiro e região.

Por conta disso, o secretário da pasta, Sérgio Fernandes, determinou prioridade total para o evento que acontece pelo segundo ano consecutivo na cidade.

Um dos pilares para o sucesso do Festival é a boa divulgação e nessa terça-feira o gerente de cultura, Ramon Raniere, dedicou seu tempo em visitas aos meios de comunicação, detalhando a programação prevista para os cinco dias do Festival.

“O Festival de Teatro Wellington Monteclaro é um dos eventos mais complexos do calendário de atividades da Secretaria, porque envolve escolhas subjetivas, além de um aparato de pessoas muito grande” – assegura Ramon. “A cada ano – prossegue – a Prefeitura Municipal busca a excelência, ciente da responsabilidade de levar ao público talentos novos e consagrados que buscam o Festival para revelar e propagar sua arte” – finaliza.

A 2ª edição do Festival começa na terça (10) e se encerra no domingo (15), tendo como palco o Centro de Cultura João Gilberto.

Confira a programação

PROGRAMAÇÃO FESTIVAL DE TEATRO WELLINGTON MONTECLARO 2017

 

Ascom