Curtas e Boas 11/12

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Bahia X Festival de Verão

Começou em Salvador um dos maiores encontros da música brasileira, Festival de Verão” música do país. No primeiro dia a Festa reuniu Nando Reis, Natiruts com Edson Gomes, Planet Hemp, O Rappa, Baiana System e Capital Inicial.

Dinho Ouro Preto puxa coro contra Renan Calheiros durante show: 

Uma das atrações do Festival de Verão deste sábado (10), a banda Capital Inicial, comandada pelo cantor Dinho Ouro Preto, fez protesto contra o presidente do Senado, Renan Calheiros.

Ao cantar a música “Que País é esse?” o vocalista puxou o coro: “Ei, Renan! Vá tomar no c*’. O público presente acompanhou o vocalista no protesto, batendo palmas e repetindo a frase. Durante o ato, Dinho fez gestos obscenos em repúdio ao político, que na última semana foi afastado do mandato de presidente do Senado, pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio. Porém, a decisão não foi cumprida por Renan Calheiros, e na última quarta-feira (7), o STF anulou o pedido de afastamento.

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Nando Reis fala de crise política

Após se apresentar no Festival de Verão, neste sábado (10), o cantor Nando Reis falou da crise existencial que o Brasil passa, para ele, em todos os aspectos “É uma crise de valores. O mundo está muito esquisito. Pra resumir, precisamos ser mais humanos”. O artista ainda destacou a situação política, como “estarrecedora”, e lembrou do impeachment da presidente Dilma Rousseff. “Eu sou apartidário. Mas pode ter sido um golpe institucional, não gosto de entrar nessa questão porque o Brasil está dividido entre antipetistas e petistas. Mas foi uma série de erros. Eu sou do fora, mas do #FORAGERAL. Tem gente que está em Brasília e não faz o trabalho deles. Eu faço o meu e vocês também”, desabafou. Nando Reis contou que não trata desses assuntos em suas músicas, porque pra ele não é nada inspirador. “É o assunto mais chato que existe. O que há de política em minhas músicas é a valorização da individualidade. É o que eu acredito, sei que precisamos encontrar avanços, soluções, mas tudo começa numa ação micro, em sua casa, com o próximo. O amor que eu canto é o amor pelo planeta, pela vida, pelo próximo”, concluiu.

Atrações do palco principal hoje 11/12

16h – Matheus e Kauan
17h45 – Saulo
19h30 – Ivete Sangalo
21h15 – Jorge e Mateus
23h – Wesley Safadão
0h45 – Luan Santana

Atrações do palco vibe

15h30 – Daniel Vieira
20h45 – Duas Medidas

Atrações do palco fly

19h – 3Peat
2h – Make U Sweet

 

Curtas & Boas

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Juazeiro

O atual prefeito de Juazeiro, Isaac Carvalho, reuniu a imprensa na última sexta-feira para uma confraternização, onde se fizeram presentes, além de sua equipe de governo, jornalistas, radialistas, blogueiros, os prefeitos eleitos de Curaçá, Sento-Sé, Casa Nova e outros.

e outros.  O prefeito de Casa Nova, Wilker do Posto, por motivo superior precisou se ausentar, mesmo antes dos pronunciamentos. (Wilker foi informado que o filho tinha acabado de fraturar um braço e estava chegando à SOTE). 

Durante o evento jornalistas aproveitaram o momento para entrevistar, por exemplo, o prefeito eleito de Juazeiro, Paulo Bonfim, que se pronunciou dizendo que a equipe de secretários será anunciada na próxima semana e que apesar de ser uma gestão de continuidade novos nomes  deverão compor o governo municipal em 2017.

“Desde o dia 03 de outubro nós começamos um trabalho de transição. Nós estamos fazendo um trabalho bem interessante e pensando no melhor para o povo de Juazeiro. Apesar de ser uma gestão de continuidade vão acontecer algumas mudanças. Nós já temos feito algumas mudanças em relação à transição das secretárias”, frisou Bomfim.

O prefeito eleito afirmou que o período de transição está ocorrendo de forma tranquila e não escondeu a pretensão de ter o prefeito Isaac Carvalho como conselheiro do seu governo ou até mesmo ser um dos secretários da sua gestão. 

"Se preciso for Isaac, com muita humildade, será secretário da prefeitura de Juazeiro ou nosso conselheiro. Aqui ninguém tem lugar garantido”, disse.

Paulo Bomfim revelou ainda que o prefeito Isaac também  está cotado para se tornar secretário do Estado da Bahia ano que vem e que uma negociação já está sendo feita para tratar sobre o assunto. “Aqui é um projeto político e estamos na discussão de Isaac assumir uma secretaria no governo do Estado. Estamos vendo se é interessante para região. Aqui não tem vaidades. Se preciso for Isaac vai ser secretário de Estado", pontuou.

Ao assumir a Prefeitura de Juazeiro uma das primeiras missões do novo prefeito é organizar o Carnaval da cidade. Segundo Paulo Bomfim a festa de momo já está sendo planejada

“Nós já estamos começando a pensar como será o formato do nosso carnaval. O povo de Juazeiro pode ficar tranquilo. Os oito anos do prefeito Isaac Carvalho tiveram carnaval e nos quatros anos da minha gestão também teremos carnaval”, ressaltou.

No próximo dia 16, as 14h, no Fórum da Comarca de Juazeiro, Paulo Bomfim e demais vereadores eleitos serão diplomados a assumirem os cargos. 

Muita gente querendo logo saber quem sai, quem fica e quem entra, mas o prefeito só vai anunciar mesmo sua equipe de governo  na próxima semana. Aguardar pra ver!

Curtas & Boas 30/11

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Os prefeitos nem tomaram posse, já estão trabalhando a eleição para presidente do Consórcio do São Francisco. Por duas vezes em seguida, o prefeito de Sobradinho, Luiz Vicente (PSD) está à frente do cargo. Comenta-se que está sendo costurada uma candidatura forte para tirar Vicente do páreo.

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Entre os nomes mais cotados estão os do prefeito de Juazeiro, Paulo Bomfim (PCdoB); Wilker do Posto (PSB) de Casa Nova e Luiz Vicente (PSD) de Sobradinho. O Consórcio é formado por dez municípios. A eleição está prevista para o mês de janeiro de 2017.

Casa Nova

“Sem querer querendo”, como dizia o Chaves, diante da crise financeira que o município atravessa, o prefeito eleito, como sugestão, em vez de alugar casas e mais casas para formar secretarias, deveria, já que é da base do governo do estado, apresentar uma proposta para transformar o antigo Der-BA num centro administrativo e levar pra lá parte das secretarias. Fazendo isso, já começava o governo cortando algumas despesas. Sem se falar que aquele elefante branco passaria a ser útil à população. Uma salinha seria bastante para o posto do Detran.

Nada oficial

Aumenta a cada dia a expectativa da população casanovense para saber logo quais serão os secretários do prefeito eleito Wilker Torres que tomarão posse com ele dia 1º de janeiro. Fala-se que os nomes mais cotados são: Solon Neto, saúde; Dr. Marcos, educação; Vilinei, obras; César Torres, Finanças; Gildenor Moraes, agricultura; Dagmar Nogueira, SAAE; alguém de Santana, urbanismo e Cosme Coelho, Governo. Ainda falta administração, planejamento, esporte/cultura/turismo, e ação social. É secretaria demais... Merecia uma junção!

Bem Bom

Uma fonte nos informou que a vereadora Nicinha Xavier parece não estar nada satisfeita com Wilker do Posto e ameaça romper com o governo que ajudou a eleger, caso não seja contemplada. Ela não aceita que outras pessoas ocupem o seu espaço em Bem Bom, por exemplo.

Sono

Tem quem diga que o prefeito eleito já não dorme mais como antes. São muitos pedidos e cobranças dos compromissos de campanha e que dificilmente ele vai conseguir atender a todos. Sem se falar nos acordos que precisa fazer para ter a maioria na câmara e possivelmente eleger a mesa diretora. Pelo jeito vai ter é de criar mais secretarias. Ainda tem o PT, Leonardo Silva e Dr. Carlos que devem querer uma coisinha também.

Tem mal que vem para o bem

O atual prefeito, Wilson Cota, disse que tem mal que vem para o bem. “A melhor coisa que aconteceu em minha vida foi perder essa eleição”. WC entende que com essa crise no Brasil, não vai ser fácil ser prefeito... Com a queda das receitas, os prefeitos vão enfrentar muitas dificuldades.

Câmara

Uma coisa que pouco está se falando em Casa Nova é na presidência da Câmara. Ouve-se falar por alto no nome de Luiz Cláudio Cacado (PSB), mas por enquanto é só comentário. Como se sabe, eleição de presidência da Câmara é uma incógnita. Geralmente tem surpresa no dia. É melhor esperar!

Recuou

Nosso amigo José Hermelino parece ter recuado da ideia de juntar a oposição para fazer a presidência da Câmara. Ele não sabia que seu sogro é candidato... Pelo santo se beija o altar!

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Depois de Geddel, Temer terá que demitir Padilha

O escândalo La Vue, o espigão de 107 metros de altura, que agride o patrimônio histórico de Salvador, não se encerra com a demissão de Geddel Faria Lima, o braço direito de Michel Temer que tem um imóvel de R$ 2,4 milhões no empreendimento e pressionou seu colega Marcelo Calero a liberar obra embargada.

Em entrevista à jornalista Renata Lo Prete, exibida dia 27/11 no Fantástico, Calero deu um depoimento contundente, que deixa o governo Temer, já nas cordas, numa situação ainda pior.

Para continuar respirando por aparelhos, Temer terá que demitir outro de seus principais assessores: o chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha. Isso porque Calero deixa claro que a Polícia Federal e a procuradoria-geral da República já têm em seu poder gravações que comprometem Padilha.

Calero apenas disse que não poderia confirmar para não atrapalhar as investigações, mas fica claro que tanto Padilha como Geddel foram gravados, em ligações telefônicas – o que é perfeitamente legal.

O ex-ministro da Cultura também mandou um recado para Temer, que o chamou de indigno por ter feito as gravações. “O servidor público tem que ser leal, mas não pode ser cúmplice”.

Ele também repetiu que Temer pediu a ele que aceitasse as pressões ilegítimas de Geddel, ao dizer que “a política tem dessas coisas”.

Ou seja: o conselho de Temer era para que se buscasse a Advocacia-Geral da União, de modo a se buscar uma solução jurídica que permitisse atender ao pedido de Geddel.

Em coletiva, Temer disse apenas ter “arbitrado conflitos”, mas não havia conflito algum, apenas a pressão de um ministro corrupto, Geddel Vieira Lima, sobre um ministro honesto, Marcelo Calero, para que ele praticasse um ato de corrupção e liberasse uma obra ilegal.

Calero também disse ter ficado chocado ao ver que, em plena crise econômica, a maior da história do País, que foi causada pelo golpe de 2016, as principais autoridades da República se dedicam a interesses paroquiais.

Em entrevista ao 247, o ex-ministro da AGU, José Eduardo Cardozo, diz que a participação de Temer no episódio pode levar a seu impeachment por crime de responsabilidade, uma vez que seu eventual delito, o de patrocinar o interesse privado de Geddel, se deu no atual mandato. Fonte: Brasil 247

Curtas & Boas 29/11

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Mais uma vez
 
O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), deputado estadual Marcelo Nilo (PSL), confirmou nesta terça-feira (29) que será candidato a um sexto mandato à frente da Casa. “Sou candidato a presidência da Assembleia Legislativa de minha terra.  Não considerava mais a possibilidade de permanecer à frente do cargo, porém o homem público não se pertence”, disse o parlamentar.
 
“Aceitei a conclamação dos meus pares para buscar essa nova investidura não como um fardo, mas com a responsabilidade de um parlamentar consciente da gravidade do momento político, econômico e social que vivemos – em que a experiência, seriedade e transparência são atributos importantes para que a Bahia se distancie do quadro caótico de outros estados e persista na bisca do desenvolvimento com justiça social”, completou.
 
Nilo assumiu o compromisso de “persistir na postura de magistrado, garantindo às forças políticas aqui representadas o espaço proporcional ao que foi determinado pelas urnas”. “Ninguém é, ou deixa de ser candidato à presidência da Assembleia Legislativa por mera vontade ou vaidade.
 
Circunstâncias, as mais diversas, subordinam projetos. Eu achava, modestamente, que os avanços republicanos registrados nos últimos dois anos seriam suficientes para o meu retorno ao plenário, à tribuna, de onde sempre defendi as minhas convicções, mas ouvi as ponderações da maioria dos parlamentares que me colocam, mais uma vez, candidato a presidente do Legislativo da Bahia”, justificou.
 
Para o próximo biênio, Nilo prometeu promover austeridade e transparência, além de manter o respeito às manifestações das oposições. “Não existe democracia sem a garantia dos direitos da minoria por parte do bloco majoritário”, concluiu.
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Zé Neto
 
Líder da bancada do governo na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Zé Neto (PT) assegura não ter problemas com o presidente da Casa, Marcelo Nilo.
 
Ao comentar sua relação com os demais parlamentares, ele ressaltou que sempre busca um clima harmônico, que inclusive facilita a tramitação de projetos enviados pelo governador Rui Costa. "Quem está no dia a dia, sabe que se eu estiver em conflito com a presidência da Casa eu vou ter menos resultado", afirmou em entrevista ao Bahia Notícias. "Se eu evitar conflito e estiver sempre dialogando com ele pra mim é melhor e eu vou continuar fazendo isso", completou.
 
Ao tratar da próxima eleição para presidência da AL-BA, no entanto, Zé Neto opta pelo distanciamento. Ele prefere não comentar uma eventual nova candidatura de Nilo e nem citar outros possíveis concorrentes. "Se tem uma coisa que eu aprendi na Assembleia é que não vale a pena dar opinião em situações que não vão criar resultado algum", resumiu.
 
O futuro do parlamentar como líder do governo também é incerto. Zé Neto se coloca como um "soldado do projeto" e alega que ainda vai se encontrar com Rui Costa para discutir o assunto. "Onde for melhor eu estar, eu estarei", avaliou.
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Governo lança programa Primeiro Emprego com nove mil vagas até 2018

Nove mil jovens formados a partir de 2015 na rede estadual de educação profissional poderão ingressar no programa Primeiro Emprego, que será lançado pelo governador Rui Costa, nesta quarta-feira (30), às 9h30, no Hotel Deville, em Stella Mares.

O critério de seleção será baseado no desempenho do aluno em sala de aula. A meta é preencher nove mil vagas até 2018 no setor público. Na primeira etapa, as vagas serão preenchidas nas áreas da Saúde, Educação e Segurança Pública.

Curtas & Boas 27/11

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Nacional

De aliados a desafetos no curso de uma eleição – entre 2006 e 2010 -, Jaques Wagner (PT) e Geddel Vieira Lima (PMDB) não são exatamente próximos. Publicamente, ambos tentam ser polidos e evitam críticas pessoais.

Neste domingo (27), o ex-governador Jaques Wagner manteve a linha e evitou falar sobre as denúncias de tráfico de influência feitas pelo ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, contra Geddel. “Não quero para os outros o que eu não quero para mim. O estilo dele, a forma como ele deve ter abordado o ministro da Cultura foi o que acabou produzindo isso tudo. Ele foi fazer um pedido, mas deve ter feito o pedido num formato que...”, divagou Wagner, que teve o peemedebista como aliado no primeiro mandato à frente do governo da Bahia.

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Homem de confiança da ex-presidente Dilma Rousseff durante o processo de impeachment, o ex-ministro Jaques Wagner criticou o eventual uso do instituto do impeachment com o atual presidente Michel Temer, o que coloca “sobre o Brasil um manto de insegurança jurídica”. “Esse foi um processo que a violência já ocorreu. Não acho que, para uma violência, vão propor uma outra violência. Ele vai terminar o mandato dele sempre com essa marca da ilegitimidade”, afirmou Wagner neste domingo (27), durante o hasteamento da Bandeira Azul na Ilha dos Frades.

“Quando você pega um instrumento tão nobre quanto o impeachment, os deputados e senadores tirarem o mandato de alguém que chegou lá pelo voto popular, quando se banaliza isso. Então amanhã o cara não gosta do prefeito, não gosta do governador, vamos fazer o impeachment. Se brincou com uma ferramenta nobre”, sugeriu o ex-governador baiano, citando que pode haver a extensão do instrumento para os níveis estadual e municipal.

Wagner, todavia, frisou que, apesar de discordar “de uma nova agressão”, “a crítica tem que continuar sendo feita”. "Se não fizer reforma política, a democracia brasileira está fadada ao fracasso", concluiu o ex-ministro.

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O ex-governador Jaques Wagner minimizou neste domingo (27) a eventual votação da anistia ao caixa 2 de campanha, cuja articulação envolveu a Câmara dos Deputados ao longo da semana e foi descartada em entrevista coletiva pelos presidente da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Renan Calheiros (PMDB-AL), e da República, Michel Temer (veja aqui).

“O nome que se dá de caixa 2 dá a impressão que o cara está numa falcatrua. Não, o cara pegou aquele dinheiro e foi fazer campanha. O sistema era esse, todo mundo operou nesse sistema. Não é nem anistia, porque não foi condenado”, apontou Wagner, que assumiu recentemente a coordenação do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (Codes) na Bahia.

“Eu quero contribuição de campanha, se a contribuição puder ser oficial, é sempre melhor. Aí o empresário diz: ‘Ah, eu não quero dar para que meu nome não apareça. E o cara está precisando. O sistema é esse. O cara que está fazendo a campanha dele vai dizer ‘Não quero’?. Falta uma semana para a campanha, o cara diz ‘Tenho R$ 100 mil aqui’, mas não quero que meu nome fique aí. Você vai dizer ‘não quero, muito obrigado’? E o vizinho vai pegar? O sistema é indutor disso”, explicou Wagner, admitindo que todos os interlocutores políticos sobreviveram nesse “sistema”. “O sistema político brasileiro é indutor disso que você está enxergando. As pessoas acham que financiamento público é um absurdo, o privado está demonstrado aí que sai muito mais caro para as contas públicas”, completou o ex-ministro.

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Garotinho detona

A edição deste domingo (27) do programa "Conexão Repórter", apresentado pelo jornalista Roberto Cabrini, no SBT, traz uma entrevista exclusiva com o ex-Governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho. "Sou um homem-bomba e posso derrubar muita gente poderosa", ameaçou o político. De acordo com informações do colunista do portal Uol, Flávio Ricco, Garotinho também declarou que não pretende fazer julgamento do juiz que decretou sua prisão, mas que acrescentou que “ele vai responder pelo que fez” e que  sabe quem está por trás do pedido. Essa é a primeira entrevista do ex-governador após nove dias na prisão, suspeito de usar o programa social Cheque Cidadão para comprar votos nas eleições de Campos dos Goytacazes (entenda).