Curtas & Boas 31/08

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“Democracia está de luto”, afirma deputado Alex da Piatã após impeachment de Dilma

Filiado ao PSD, Alex também parabenizou a postura do senador Otto Alencar

O deputado estadual Alex da Piatã (PSD), através das suas redes sociais, lamentou a aprovação do impeachment da presidente Dilma Rouseff (PT) nesta quarta-feira (31). Para o pessedista, a democracia brasileira vive um dia de luto.

“A democracia vive um dia de luto pelo golpe sofrido. Uma presidente foi eleita por 54 milhões de brasileiros e teve seu mandato ceifado pelo Senado Federal sem a comprovação do seu crime de responsabilidade. Isso fragiliza as nossas eleições. Isso fragiliza a democracia”, disse.

O parlamentar estadual, presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, também parabenizou a postura dos senadores baianos que foram contra o impeachment, principalmente o senador Otto Alencar (PSD).

“Quero parabenizar o nosso líder, presidente estadual do PSD, por fazer valer a vontade do povo da Bahia. Dilma, apesar do seu momento de baixa popularidade, tinha forte aceitação na Bahia e foi grata a isso nesses anos em que esteve à frente da presidência. Logo, Otto seguiu a vontade do nosso povo de dizer não ao golpe”, declarou.

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Menos de 2h após impeachment, quadros de Dilma são retirados do Planalto

Nem duas horas após a decisão do Senado Federal pelo impeachment de Dilma Rousseff, os retratos da presidente afastada foram retirados dos gabinetes e salas do Palácio do Planalto.

Após impeachment, Dilma pode concorrer a cargos como de senadora ou prefeita?

Dilma Rousseff (PT) sofreu o impeachment e agora é ex-presidente da República. Entretanto, o Senado manteve os direitos políticos da petista --diferentemente do que aconteceu com Fernando Collor de Mello, hoje senador pelo PTC-AL, que sofreu impeachment em 1992 e ficou inelegível por oito anos. A abrangência da manutenção dos direitos políticos é polêmica: senadores de oposição levantaram em plenário a questão de que, sofrido o impeachment, Dilma seria enquadrada como ficha suja e, portanto, não poderia se candidatar a cargos elegíveis. Senadores dilmistas afirmam que a petista preserva o direito de disputar eleições, votar e ocupar postos na administração pública. Professores de direito constitucional e eleitoral não veem a questão com consenso e dizem que há pontos a serem esclarecidos

 

Em primeira fala como presidente, Temer destaca necessidade de gerar empregos

Em sua primeira fala após assumir em definitivo a presidência, Michel Temer colocou a geração de empregos como primeira tarefa de seu mandato. Segundo ele, o momento é de "colocar o Brasil nos trilhos em todas as áreas". Em reunião com ministros transmitida pela NBR, o canal de TV do Poder Executivo, Temer cobrou a criação de grupos para "desburocratizar" a ação das pastas. O novo presidente afirmou também que sua "fórmula de governar é da descentralização da ação, sem abrir mão da centralização da decisão

 

Temer diz que irá a bancadas para aprovar teto e reforma da Previdência

Efetivado no cargo, o presidente Michel Temer declarou em reunião com seus ministros que vai procurar as bancadas no Congresso para aprovar o teto de gastos públicos e a reforma da Previdência. Temer também destacou a necessidade de mostrar para parlamentares e a população a importância da reforma. "Não queremos fazer uma coisa de cima pra baixo. Queremos a compreensão da sociedade brasileira.

Pedro Simon diz que Temer deve agir igual a Itamar Franco na presidência

Curtas e Boas 25/08

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O julgamento do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff começa nesta quinta-feira (25) com o depoimento de testemunhas. Serão ouvidas inicialmente as duas testemunhas arroladas pela acusação: o procurador do Ministério Público no Tribunal de Contas da União (TCU),  Júlio Marcelo de Oliveira, e o auditor do TCU Antônio Carlos Costa D'Ávila.

Em seguida, a previsão é de que sejam ouvidas duas das seis testemunhas arroladas pela defesa. Os advogados de Dilma Rousseff convocaram o ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa, o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, a ex-secretária de Orçamento Federal Esther Dweck, o ex-secretário executivo do Ministério da Educação Luiz Cláudio Costa, o professor de direito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) Ricardo Lodi Ribeiro e o professor de direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Geraldo Prado.

Amanhã (26) deverão ser ouvidas as quatro últimas testemunhas. Se não houver tempo de ouvir as quatro primeiras até a noite de hoje, os depoimentos de uma parte delas podem ser transferidos para esta sexta, fazendo com que a primeira fase do julgamento seja concluída somente no fim de semana.

Os senadores poderão fazer perguntas à vontade, mas os líderes da base aliada do presidente interino Michel Temer já orientaram os demais parlamentares a evitar perguntas repetidas e a dar preferência para as lideranças partidárias, de modo a tentar agilizar os depoimentos.

Na segunda-feira (29),  às 9h, começará o depoimento da presidente afastada Dilma Rousseff. Ela poderá falar livremente por 30 minutos e depois ficará à disposição para responder às perguntas dos senadores.

Após o depoimento de Dilma, começará o debate entre a defesa e a acusação.  Os advogados da acusação começarão falando por uma hora e 30 minutos. Depois será a vez de a defesa falar por igual período. Pode haver ainda réplica e tréplica de uma hora cada.

Na terça-feira (30), os senadores devem começar a discutir se Dilma praticou crime de responsabilidade. Cada um dos inscritos terá 10 minutos para falar, sem direito a prorrogação.

Ao final, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, questionará os parlamentares se eles consideram que a presidente afastada cometeu crime de responsabilidade por editar decretos de suplementação orçamentária e por tomar empréstimo de instituição comandada pela União. Dois senadores favoráveis e dois contrários farão encaminhamentos por cinco minutos cada e o painel será aberto para a votação.

A votação será aberta e nominal. A expectativa é de que o resultado seja divulgado na noite de terça, mas o julgamento pode se prolongar até quarta-feira.

Curtas & Boas

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A cidade de Casa Nova vivenciou hoje 19 de agosto, o primeiro comício do candidato a reeleição de prefeito, Wilson Cota.

Na oportunidade, os candidatos a vereadores, usaram da palavra por apenas três minutos.

O candidato a vice-prefeito, Zé Eduardo começou dizendo que ia falar apenas três minutos, também, mas passou de cinco porque mais de dois foi para dizer que a ex-prefeita infelizmente não vai poder ser candidata, mas era com ela que ele gostaria de disputar...

Por último, falou o prefeito por cerca de 30 minutos. Ele aproveitou para agradecer a presença do público e falar das ações do governo, que segundo ele supera tudo que os seus antecessores fizeram em quase 20 anos. 

No final o prefeito se emocionou, mas antes, disse que a partir de agora, toda sexta-feira terá arrastão que eles chamam de PISEIRO.

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Amanhã sábado dia 20 de agosto, será a vez da inauguração do Comitê dos candidatos do PSDB, também à noite.

Curtas & Boas

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Durante encontro, terça (16), com a cúpula do PSDB, preparatório do jantar ampliado de quarta (17) com sua bancada, o presidente Michel Temer reagiu inesperadamente, ao ser pressionado a refletir sobre o eventual apoio a um tucano para presidente da República, em 2018. “Sem problemas”, respondeu do alto de sua experiência. “Peço que me tragam o nome de consenso até amanhã, no jantar, e eu o apoiarei”. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.O problema dos tucanos é exatamente este: eles não conseguem se entender sobre quem será o candidato do PSDB em 2018.

No jantar da véspera com Aécio Neves, extra-agenda, Michel Temer agiu como orientava Ulysses Guimarães: “afinou o tom” com o PSDB.

Temer quis conversar com o senador José Aníbal (SP), muito ligado a José Serra, até o chamou para baforar um charuto, mas ele escapuliu.

O PSDB foi ciente, na reunião com Temer, de que precisa adiar seus perrengues e ajudar a garantir 60 votos contra Dilma, no julgamento.

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Por: ERIKA KOKAY

Caem as máscaras de Cristovam Buarque

A entrevista do senador Cristovam Buarque (PPS-DF) publicada no jornal Correio Braziliense, na última quinta-feira (11/8), carrega um conjunto de afirmações que merecem ser melhor debatidas. Em uma série de três artigos irei confrontar as argumentações do senador pró- impeachment.

Cristovam inicia a entrevista defendendo que a volta de Dilma seria muito ruim, pois “ela não tem apoio parlamentar e nós vivemos em um pais democrático, então temos que respeitar o parlamento”.

Ao fundamentar seu voto, não na existência de crime de responsabilidade, mas na ausência de apoio do Congresso ao governo da presidenta Dilma, Cristovam coloca um parlamento fisiológico e eivado de interesses acima da decisão soberana do povo que elegeu Dilma Rousseff. Com essa afirmação, Cristovam demonstra um profundo desprezo pela democracia.

O parlamentar reconhece que não está analisando o processo tendo como base aquilo que diz a Constituição, ou seja, a necessidade da existência de crime de responsabilidade, o único motivo que justifica um impeachment.

Cristovam ignora que estamos falando de um processo que até agora não conseguiu comprovar o cometimento de crime de responsabilidade por parte da presidenta Dilma, de um processo contaminado por manobras antirregimentais grosseiras praticadas pelo legislativo, entre outras ilegalidades que estão sendo questionadas internacionalmente por ferir a Constituição e pressupostos básicos do Estado Democrático de Direito. Pelo contrário, diversos pareceres de instituições como o Ministério Público, por exemplo, atestam que as chamadas pedaladas fiscais, ainda que tivessem ocorrido – não constituiriam crimes, mas apenas rotineiras operações financeiras, recorrentes em todos os governos anteriores.

Cristovam se assume golpista ao indicar que seu voto não parte de uma análise de mérito do impeachment. O senador busca externalidades ao processo para justificar o absurdo de impedir uma presidenta que não cometeu nenhum crime.

Mas que parlamento é esse que Cristovam descreve como síntese da democracia?

Pesquisa recente realizada pelo Instituto Data Folha demonstra que apenas 9% dos entrevistados consideraram o desempenho do Congresso como ótimo ou bom, avaliação pior que a da presidenta Dilma, que na mesma pesquisa teve aprovação de 13%.

Estamos falando de um parlamento que não reflete a maioria da sociedade, pois tem uma representação distorcida em relação ao conjunto da população. O perfil da atual legislatura é de homens, brancos, acima dos 50 anos, com formação superior, empresário e dono de patrimônio superior a R$ 1 milhão.

Os negros e as mulheres, maioria na sociedade, continuam sendo a exceção no Congresso. Negros e pardos ocupam menos de 20% das cadeiras, enquanto as mulheres não chegam a 10%. Portanto, Cristovam superestima o apoio de um parlamento que está longe de representar a maioria da sociedade brasileira.

Buarque fala da necessidade de apoio de um Congresso que é inegavelmente corrupto. É incrível, mas os parlamentares que votaram pelo impeachment têm contra si uma série de acusações de corrupção, nenhuma das quais recai sobre a presidenta Dilma, uma mulher reconhecidamente honesta e honrada. A propósito, é bom lembrar que, segundo levantamento da ONG Transparência Brasil, 49 dos 81 senadores que irão participar do “julgamento” da presidenta Dilma no Senado estão sendo investigados por corrupção.

Cristovam tira suas máscaras e se assume como golpista, também, quando diz que seu voto estará condicionado aos rumos da Operação Lava Jato. Ora, Dilma não está sendo vítima de um julgamento ilegítimo e injusto por ter cometido qualquer tipo de corrupção.

Se o senador considera a Lava Jato como critério de definição de voto, jamais poderia votar para conduzir ao Palácio do Planalto um vice-presidente como Michel Temer, uma vez que no âmbito da própria Lava Jato há denúncia de que ele pediu e recebeu, em pleno Palácio do Jaburu, R$ 10 milhões em dinheiro vivo, fruto de caixa dois, ou seja, angariados de forma ilícita para o seu partido, o PMDB.

Aliás, corrupção que nem sequer foi mencionada pelo senador durante toda a entrevista. Cristovam parece, a todo o tempo, ignorar o caráter eminentemente corrupto deste golpe.

Ignora que o processo foi aberto na Câmara por puro revanchismo político de Eduardo Cunha, acusado de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Ignora que o impeachment foi utilizado por Cunha como sua principal estratégia de defesa, seja contra seu afastamento da presidência da Câmara ou mesmo para se preservar da cassação de seu mandato parlamentar.

Ignora que Cunha só não foi cassado até hoje porque é protegido pelo presidente impostor e por seus articuladores políticos na Câmara, apavorados pelo temor de que a delação de Cunha aponte a participação dos atuais ocupantes do poder em esquemas de corrupção e, assim, desmoralize ainda mais o golpe.

Cristovam despreza solenemente uma série de denúncias que pairam sobre o governo ilegítimo de Temer. Como desconsiderar as gravações de Sérgio Machado envolvendo a alta cúpula do PMDB? Gravações que desnudaram o verdadeiro interesse por trás da aventura golpista, as quais revelaram que a estratégia era afastar Dilma e, assim, estancar as investigações da Lava Jato.

Mais grave ainda, o senador peca por desonestidade intelectual ao afirmar que aqueles que criticam o golpe votaram em Temer. Senador, o povo brasileiro não votou em um vice-presidente para golpear, para arquitetar uma ruptura democrática, para trair sua companheira de chapa pelas costas e cassar os mais de 54 milhões de votos que conduziram Dilma Rousseff à presidência para que ela pudesse implementar o programa que saiu vitorioso das urnas em 2014.

Senador, o povo brasileiro não votou em um vice traidor, que se associou com a oposição de direita e extrema direita de Dilma para contrabandear um programa conservador e restritivo de direitos, o mesmo programa rejeitado pelas urnas em 2014 e derrotado por quatro vezes consecutivas nas últimas eleições.

Cristovam, seja honesto consigo mesmo e assuma que esse impeachment é um eufemismo para golpe, para um processo que pisoteia a Constituição e tem como objetivo final não a derrubada de Dilma, mas o ataque à soberania nacional, aos serviços públicos de saúde e educação, aos direitos sociais e trabalhistas.

Assuma que esse golpe vê a Constituição e os direitos que ela assegura como entraves para um modelo de crescimento econômico conservador, que pretende aprofundar as gritantes desigualdades ainda existentes em nosso país.

Assuma, enfim, tratar-se de um golpe que busca interromper a ousada tentativa de construir um Estado de Bem-Estar Social no Brasil, uma nação mais justa que contemple todos os brasileiros e brasileiras e não apenas uma elite, construída a partir de um inaceitável processo de exclusão social, que há séculos caracteriza o Brasil.

Curtas & Boas 17/08

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Curtas & Boas

Faleceu às 03:40h da madrugada desta quarta-feira (17), no Hospital Neurocárdio, em Petrolina, o ex-prefeito em duas oportunidades do município de Curaçá Aristóteles Loureiro, popular Tote.

As primeiras informações dão conta de que o ex-prefeito que já apresentava um quadro de saúde complicado devido ao Mal de Parkinson teria agravado nas últimas horas por problemas respiratórios e a sua morte foi declarada oficialmente por volta das 03:40h.

A família ainda não divulgou a programação do velório e sepultamento, que ocorrerá em sua cidade natal, Curaçá. 

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Na última segunda-feira (15), finalizou o prazo para registros de candidaturas. Em Petrolina foram oficializados 05 candidatos a prefeito e 271 nomes disputam uma cadeira na Casa Plínio Amorim. O eleitorado atual é de 183.819.

Dentre os 271, 82 são mulheres, representando 30,26% do total de registros, demonstrando que a participação feminina na política está ascendendo na cidade. Atualmente a câmara municipal de Petrolina tem somente duas vereadoras, Maria Elena Alencar (PSB) e Cristina Costa (PT).

De acordo com a Lei dos Partidos Políticos (Lei 9.096/95), até 5% dos recursos devem ser aplicados na criação e na manutenção de programas de promoção e difusão da participação política das mulheres. A Lei 9.504, de 1997, estabelece normas para as eleições, define que o número de vagas para cada partido ou coligação deve preencher o mínimo de 30% e o máximo de 70% para candidaturas de cada sexo.

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Os brasileiros que irão às urnas em outubro deste ano vão ter à disposição uma extensa lista de candidatos – são 247.338 candidatos a vereadores e 9.186 concorrentes a prefeito em todo o país. Alguns, porém, são velhos conhecidos dos eleitores.

Só em Casa Nova, são 4 candidatos a prefeito; em Juazeiro, mais 4; em Remanso, são 03; em Sobradinho 02 e por aí vai. Candidatos a vereadores o número é incalculável.

A campanha já começou em algumas cidades. Em Juazeiro o candidato do PC do B, Paulo Bomfim, inaugurou ontem à noite o seu comitê. Na mesma noite Joseph Bandeira do Solidariedade fez caminhada no Bairro João Paulo II e os outros não nos informaram a agenda.

Em Casa Nova está previsto para sexta-feira às 19:00h a inauguração do comitê do candidato do PMDB, Wilson Cota. Os demais também não nos informaram a agenda.

Em Sobradinho dois candidatos disputarão a eleição. Luiz Vicente do PSD e Tiziu do PT. Os dois são considerados fortes candidatos e a diferença de votos não deve ser muito grande para o vencedor.

Informamos aos candidatos a prefeitos das cidades do vale, que podem nos enviarem suas agendas de campanha.

A Direção 

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O Brasil está em festa. O pugilista baiano Robson Conceição dominou completamente o Francês Sofiane Oumiha, e venceu a luta decisiva da categoria Peso Ligeiro 60 Kg masculino por decisão unânime, garantindo a terceira medalha de ouro do Brasil na Olimpíada 2016 de forma imponente, no Riocentro

Ao derrotar o francês por decisão unânime, com 3 a 0 (30-27, 29-28 e 29-28), virou campeão olímpico. Colocou seu nome na história do boxe brasileiro ao conquistar a primeira medalha de ouro da modalidade em Jogos Olímpicos. Hoje, é o orgulho de Boa Vista. Orgulho de Salvador. Orgulho da Bahia. Orgulho do Brasil.

Robson Conceição foi soberano em sua campanha até a decisão. Além de conseguir um nocaute técnico na estreia, venceu seus outros oponentes por decisão unânime.