Descoberto Planeta maior que a Terra.

Escrito por Luiz Washington . Publicado em Internacional

Um exoplaneta, maior que o nosso planeta, chamado Super Terra, rochoso e temperado, foi descoberto na órbita de uma estrela anã vermelha foi localizada a 39 anos-luz do Sol, relata artigo na  Nature publicado nesta quart-feira (29) .

Detalhes 

https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2017/04/19/exoplaneta-do-tamanho-da-terra-e-descoberto-perto-de-estrela.htm

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Facebook lança sistema para detectar notícias falsas

Escrito por Luiz Washington . Publicado em Internacional

 1“Queremos que a informação compartilhada no Facebook seja verdadeira, séria”, afirma Adam Mosseri, vice-presidente do news feed, o alimentador de notícias do serviço, que todos os usuários veem assim que entram em sua página da rede social mais grande do mundo. O Facebook anunciou que poria a partir desta sexta-feira um filtro para detectar boatos inverídicos, notícias falsas e propaganda, de modo a alertar o usuário sobre a pouca veracidade do conteúdo visto e frear sua divulgação. No início estará disponível em 14 países, entre os quais o Brasil.
Ele considera que o impacto será grande: “Será visto por milhões de usuários”. O Facebook tem mais de 1,7 bilhão de perfis ativos no mundo. A Alemanha foi o primeiro país em que esse novo sistema foi integrado experimentalmente.
Em Menlo Park, sede da empresa, há uma obsessão para que façam exatamente o contrário do que se espera no Facebook. “Nossa natureza é compartilhar. Nesses casos pedimos que não se faça isso, que se breque a divulgação”, afirma Mosseri, por telefone.
O executivo admite que as notícias falsas são um flagelo para sua empresa, mas com atenuantes. Não acha que seja algo novo nem que toda responsabilidade seja sua. O Facebook se concentra em três eixos para desativar o conteúdo: eliminar os incentivos econômicos desse tipo de publicação, criar novos produtos que freiem esse conteúdo e ajudar a sociedade a tomar decisões com base numa informação.
Mosseri acha que o primeiro ponto é uma das chaves para que deixe de ser atraente encher a rede e os murais de informação falsa. “Percebemos que quase sempre o incentivo para frear essa página é mais econômico que ideológico. Quase sempre se repete um esquema: páginas com três ou quatro frases iniciais, que é o que se costuma ver no resumo do news feed, e o resto é publicidade. É publicidade 80% ou 90% do artigo. Quando alguém clica nele, o dono da página lucra”, explica.
Cancelar contas
Além de contar com uma equipe humana dedicada a comprovar a veracidade dos fatos, será dada especial atenção a quem compra anúncios para dar mais visibilidade a notícias falsas e vai ser acrescentada uma camada de inteligência artificial para detectar melhor a partir de padrões de comportamento. Acrescenta que não vão hesitar na hora de suspender e cancelar contas que tenham originado esse tipo de conteúdo.
Mosseri insiste em que vão fazer um esforço para identificar e reduzir esse conteúdo. “Não podemos ser juízes da verdade, mas sim trabalhar com organizações que nos ajudam a tomar melhores decisões e nos dão contexto na hora de avaliar.”
O envolvimento dos usuários na hora de denunciar a informação suspeita será uma das opções que o Facebook quer estimular, com um botão para marcar como duvidosos os posts. A rede social vai verificar, e, ainda que não a censure, os perfis que a virem a partir do momento em que se decida que não é fato certo verão um sinal de marcação e receberão uma advertência antes de compartilhá-la de novo.
“Vamos melhorar a forma como se decide aquilo que aparece no mural. Por exemplo, notamos que muitas vezes quando alguém lê um artigo não o compartilha. E vice-versa, muitas vezes o mais compartilhado não é lido. Queremos que o falso não seja divulgado sem controle, mesmo que não seja clicado”, diz, explicando as mudanças em seu algoritmo.
Por último, e na tentativa de oferecer informação de mais qualidade aos usuários, quer trabalhar de modo mais próximo com os meios de comunicação. Para isso foi criado o Facebook Journalism Project. “Temos o compromisso de fazer melhores ferramentas, serviços e produtos juntos. Para que os cidadãos tenham informação melhor. Estamos nos aproximando de especialistas, como a escola de jornalismo Walter Cronkite, do Arizona, em colaboração com o News Literacy Project, iniciativa sem fins lucrativos que ajuda a formar os perfis a averiguar melhor no Facebook”, diz. Além disso, aderiu à News Integrity Initiative, iniciativa com 25 membros que combina tanto empresas de comunicação quanto instituições ou fundações como a Mozilla. O fundo inicial tem US$ 14 milhões (cerca de R$ 45 milhões) para aprofundar a pesquisa sobre notícias, formatos e sua divulgação.
 
 Rosa Jiménez Cano/Foto fornecido por El País

WhatsApp dará dois minutos para usuário ‘cancelar’ mensagem enviada

Escrito por Luiz Washington . Publicado em Internacional

20170223174055 660 420O WhatsApp já desenvolve uma ferramenta para permitir aos usuários o cancelamento do envio de uma mensagem. A novidade oferece uma chance para o usuário evitar que o texto chegue ao destinatário.

Quando o recurso foi conhecido inicialmente, o WhatsApp pensava em dar até 29 minutos para que o usuário deletasse o post, mas agora esse período se transformou em apenas 2 minutos, como informa o perfil WABetaInfo, que acompanha e destrincha as atualizações do aplicativo atrás de novidades.

A ideia de revogar a mensagem é diferente do recurso de apagar que existe atualmente. Hoje, quando você deleta um envio, a outra pessoa ainda recebe o material; ele só some da sua tela. Com a nova ferramenta, seria possível remover a publicação do celular do destinatário, permitindo que ele não veja alguma publicação de que você tenha se arrependido de enviar. A pessoa ainda será informada de que chegou alguma mensagem sua, mas não terá acesso ao conteúdo.

Com informações do Olhar Digital

Felipão ainda lamenta os 7 a 1 para a Alemanha

Escrito por Luiz Washington . Publicado em Internacional

20170326132614366189uLuiz Felipe Scolari revela choro após 7 a 1 e fecha as portas aos clubes brasileiros.

A dura derrota por 7 a 1 para a Alemanha, na semifinal da Copa do Mundo de 2014, acontecida no Brasil, e a passagem discreta pelo Grêmio logo após o mundial fizeram o técnico Luiz Felipe Scolari, o Felipão, transferir-se ao Guangzhou Evergrande, da China, local pelo qual está há quase dois anos. Em entrevista à Folha de S.Paulo, publicada neste domingo, o treinador relevou que chorou depois da goleada no Mineirão e fechou as portas aos clubes brasileiros.

“Não [voltaria ao futebol brasileiro]. Tenho até outro tipo de proposta, de um clube grande da Europa para a próxima temporada. Mas quero ficar na China. Agora, pelo que eu iria brigar aqui no Brasil como treinador? O que acrescentaria ao meu currículo? Confusão. Mesmo que fôssemos campeões, apagaria o que aconteceu em 2014? Não”, afirmou o experiente comandante de 68 anos.

Outro ponto que chamou a atenção na entrevista foi quando falou sobre o resultado vexatório daquele 8 de julho de 2014. Ele voltou a frisar que não faria nada diferente, além de cravar que Neymar e Thiago Silva, ausentes na ocasião, fizeram falta ao time. No mais, relevou a frustração após a pior derrota do Brasil na história das Copas.

“Tu choras por muitas razões. Muitas vezes por felicidade, porque aconteceu alguma coisa muito boa na tua vida. Mas foi uma derrota frustrante, e que era para chorar até hoje. Mas você chora um dia, chora outro, ou não chora e sente um pouco mais. Passei muitos dias triste. Agora, a vida continua. Só levanta quem caiu e tem qualidades para levantar”, revelou.

Felipão está no clube chinês desde 2015 e coleciona seis títulos. Comandante de Paulinho, uma das peças do time titular de Tite na Seleção, Scolari teve, no final do ano passado, seu contrato renovado por mais dois anos após a conquista da Super Liga Chinesa.

 

Gazeta Press/Foto: Divulgação

Brasil defende língua portuguesa na ONU

Escrito por Luiz Washington . Publicado em Internacional

ONU simboloA ministra de Direitos Humanos do Brasil, Luislinda Valois, discursou ontem (27) na 34ª sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, em Genebra, na Suíça, defendendo a língua portuguesa e os direitos dos afrodescendentes. As informações são da ONU News, em Nova York.

“Inicialmente, cuidemos e mantenhamos a língua portuguesa. Ela também é universal” disse a ministra, numa apresentação de cerca de 12 minutos. A chefe da pasta de Direitos Humanos comentou sobre o combate à corrupção que está sendo feito pelo Brasil e o enfrentamento ao desemprego e à crise no sistema prisional. E disse que o país “está de volta” ao cenário internacional e tem robustez nas suas instituições.

“Temos enfrentado, de forma diligente, consciente, a crise no sistema prisional, a criminalidade e a violência urbana, o desemprego aviltante e a pior recessão de que se tem memória. Estamos recolocando o Brasil nos trilhos,” falou.

Foto: Divulgação