Mulher queimando cão vivo

Escrito por Luiz Washington . Publicado em Nacional

Xuxa se revolta ao ver vídeo de mulher maltratando cão: 'Ser humano? É capeta'

BBkp2AWUm dia após festejar o lançamento do livro sobre sua fundação, no Rio, Xuxa usou as redes sociais para expressar sua revolta ao saber que uma mulher maltratou, sem piedade, um cachorrinho. Nesta sexta-feira (29), a apresentadora compartilhou o vídeo em sua conta no Facebook no qual a moça, aparecentemente de país oriental, aparece sorrindo enquanto queima um cãozinho vivo com um maçarico dentro de uma residência. Xuxa, tãoapaixonada por bichinhos que os considera como filhos, desabafou na rede social. "Gente, me diga se essa 'coisa' de sapato vermelho pode ser chamada de pessoa ou ser humano? Porque esse serzinho de pêlo sofreu tanto? Porque a desgraçada ta rindo? Estou chocada!", escreveu ela.

Dezenas de fãs comentaram a declaração da apresentadora, e um deles provocou uma resposta enraivecida da apresentadora: "Que triste isso! Como o ser humano é capaz de tanta barbaridade e ainda filmar tudo iss?. Às vezes não sinto mais vontade de viver sabendo que existe tanta maldade no mundo. Que esta mulher sofra o dobro que ela fez esse cãozinho sofrer. To me sentindo muito mal aqui. Meu Deus".

Xuxa respondeu o admirador: "Ser humano? Capeta". Depois, ela voltou a interagir com outro fã. Ele disse que a mulher também foi punida e queimada viva por maltratar o bichinho. "Jura? Nossa! Nunca imaginei em ficar feliz em ler isto. Será ela mesma?", questionou, sem saber que a informação da morte da moça não passa de um boato.

Bruna Marquezine e outros famosos se manifestam contra agressão aos animais

Em fevereiro deste ano, outro caso de agressão aos animais trouxe revolta e alguns famosos fizeram questão de mostrar repúdio aos maus-tratos aos bichinhos. Ao saber que um empresário carioca tinha agredido uma cadela da namorada, Bruna Marquezine usou as redes sociais para entrar em uma campanha para denunciar o caso.

Dona de uma cadelinha de estimação, a atriz postou uma mensagem de repúdio na rede social. "Como pode um ser humano ser tão cruel, com um bicho indefeso, que só sabe dar amor? Esse lixo tem que ser punido! Por favor, ajudem. Mais amor", pediu Bruna na rede social, ao publicar uma print do vídeo do caso de agressão envolvendo as cachorrinhas.

Giovanna Ewbank, que ganhou um cão de estimação do marido, o ator Bruno Gagliasso, também compartilhou mensagens contra a atitude do empresário: "Eu preciso da ajuda de vocês. Preciso que todos entrem no site defesadosanimaisrj.com.br e denunciem esse monstro! Quanto mais denúncias, mais conseguiremos resultados! Não podemos deixar um cara sem coração desse sem punição!Conto com a ajuda de vocês", finalizou ela. Glória Pires também fez o mesmo: "Que tal combatermos tanta maldade com muito amor?".

msn.com/Foto:Divulgação, TV Globo

Daniel considera positivo o 1º embate

Escrito por Luiz Washington . Publicado em Nacional

daniel almeida e reforma polticaO primeiro embate foi extremamente positivo porque os modelos que estavam propostos eram para piorar o sistema e prevaleceu o sistema atual. E o risco de acabar com as coligações proporcionais e instituir cláusulas de barreira ficou bastante diminuído porque os acordos e entendimentos feitos na votação  dá mais tranquilidade para não aprovação dessas duas propostas que são restritivas de partidos e de correntes da sociedade.

Essa foi a avaliação feita pelo deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA) ao final das votações da reforma política no plenário da Câmara na noite desta terça-feira (26).

A expectativa do andamento das votações é de manter a batalha pelo fim do FINANCIAMENTO empresarial, “que ainda está em curso em manobras de setores que não querem aceitar o resultado da votação de ontem e continuar com o financiamento empresarial”, alerta o parlamentar.

Daniel Almeida destaca ainda outras duas propostas importantes que serão debatidas a que permite a redução do número de assinatura nos projetos de lei de iniciativa popular para 500 mil assinaturas, garantindo maior participação da sociedade na vida política do país; e a cota de 30% de vagas para as mulheres no parlamento.

Ele reconhece que existe muita dificuldade para aprovar as duas propostas e admite que, mesmo que sejam aprovadas essas propostas, a reforma política  não se aproxima do que a sociedade precisa.

“Mas evitamos retrocesso naquilo que era a ameaça principal. Eu considero que não permitir retrocesso em uma Câmara conservadora já é um avanço importante”, explica o deputado, acrescentando que “fica provado, nesse debate, que reforma política sem pressão da sociedade não tem ambiente para prosperar. Ao pensar em reforma política, os partidos políticos precisam encontrar caminhos para mobilizar a sociedade.”

Asscom

Futuro do Rio São Francisco

Escrito por Luiz Washington . Publicado em Nacional

IV Encontro da Bacia começa debatendo a crise hídrica e o futuro do Rio São Francisco
IMG 6976Mais de 100 pessoas entre pescadores, quilombolas, indígenas e agricultores, dentre outros representantes das diversas comunidades tradicionais existentes ao longo da bacia do Rio São Francisco, representando organizações e movimentos sociais, participaram na tarde desta quinta-feira, 28 de maio, do debate sobre “A crise hídrica presente e o futuro da Bacia do Rio São Francisco”, que abriu o IV Encontro Popular da Bacia do São Francisco, em Bom Jesus da Lapa-BA.
As ações de revitalização da bacia do Rio foi uma das principais questões debatidas durante o encontro, que contou com a presença do gerente de revitalização da Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco e Parnaíba (CODEVASF) do médio São Francisco, Edson Marques.
Diante dos relatos dos participantes de que não enxergam as ações da Companhia na revitalização do Rio, mas sim interferências que têm piorado o desempenho do Velho Chico, Edson esclareceu que por ser um órgão executor, a Codevasf enfrenta dificuldades para implementar projetos e conseguir resultados em curto prazo.
“O que eu puder fazer enquanto gerente de revitalização eu vou fazer. Tenho aqui em Bom Jesus da Lapa, uma gama de profissionais capacitados para ajudar nesse trabalho e precisamos também do apoio da população”, disse informando que no momento a companhia está trabalhando em projetos para a recuperação de nascentes.
Também presente na mesa redonda, Claudio Pereira, coordenador da Câmara Consultiva do médio São Francisco do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio (CBHSF) falou sobre a elaboração do Plano da Bacia e da necessidade da participação da população. “Se os usuários não se empenharem para manter o rio vivo teremos um desastre, porque não há política pública que se sustente ou que mantenha água onde já não tem. Precisamos que a população participe junto com o comitê para trabalhar no plano”.
O debate seguiu questionando a participação popular nas decisões e na elaboração de planos para a revitalização da bacia. Para o ambientalista e jornalista Henrique Cortez os órgãos não ouvem a população no momento de construção dos planos: “A contribuição técnica da sociedade civil é desprezada. Os planos não ouvem a sociedade”, afirmou.
Problemas ao longo da Bacia
Representantes de cada um dos pontos da bacia participaram da mesa redonda apresentando as dificuldades que têm enfrentado em suas regiões.
João Carlos da Silva, da comunidade Caraíbas do alto São Francisco, relatou que no ano de 2014 a comunidade sofreu com a falta de água. “Nós precisamos pedir água de poço para poder beber, ou seja, além da dificuldade de encontrar pescado, agora também estamos enfrentando a falta de água”.
Na região do médio Seu Carlos, do Quilombo Lagoa do Peixe, declarou que tem presenciado a morte do rio. “Hoje temos muitos peixes que estão em extinção e não sei o que será da gente que vive na beira do rio. Eu seu que vai ser difícil salvar porque é difícil conscientizar a sociedade para que ela também cuide do rio”, disse.
Maria Alice Borges, presidente da Associação de Pescadores e Pescadoras de Juazeiro e membro do Movimento de Pescadores e Pescadoras Artesanais (MPP) afirmou que o mesmo problema é sentido no submédio São Francisco. “Recebemos do Governo uma lista dos peixes que não podemos pescar, além disso o rio está cada vez mais estreito e mais raso, tivemos que cortar nossas redes pela metade”, desabafou.
No baixo São Francisco, Zennus Dinys, do Conselho Indigenista Missionário (CIIMI) de Alagoas apontou a situação dos povos indígenas como crítica. “O governo não regulariza as áreas e querem mudar as populações de lugar, ignorando suas origens, seus antepassados, além disso a cidade tem jogado o esgoto no rio e a população indígena tem que conviver com a sujeira”, disse.
A mesa redonda foi conduzida pelo coordenador da Articulação Popular São Francisco Vivo, Ruben Siqueira.
Lidiane Borges
DRT-BA 3375

Governador recebe estudantes premiadas

Escrito por Luiz Washington . Publicado em Nacional

Governador recebe estudantes premiadas em feira internacional
 
1432667720 MG 4284 copyAs jovens alunas do 3º ano do Ensino Médio na Rede Estadual, Beatriz Pereira, 17 anos, e Thayná Almeida, 16, foram recebidas na tarde desta terça-feira (26) pelo governador Rui Costa, na Governadoria, no CAB. No início de maio, elas se destacaram na International Science and Engineering Fair (Intel Isef), nos Estados Unidos, onde apresentaram um projeto sobre a identidade negra e quilombola no município de Antônio Cardoso, no centro norte do estado. 
 
Rui parabenizou as alunas e incentivou a continuidade dos estudos como forma de inspirar outros jovens e toda a sociedade na melhoria da educação na Bahia. “Espero que o exemplo delas possa se multiplicar e contagiar os milhares e milhares de alunos da rede estadual, desejando que todos possam abraçar o Pacto pela Educação e convidar todos os professores, diretores [e] a família a se envolver”. 
 
Dos 50 finalistas, o trabalho de Beatriz e Thayná foi um dos seis que receberam a distinção da Organização dos Estados Americanos (OEA) pela contribuição para o desenvolvimento regional da comunidade local.
 
Estímulo das famílias
 
Moradora da comunidade quilombola de Paus Altos, na zona rural de Antônio Cardoso, Thayná é de uma família que sempre a estimulou a estudar. Além dos pais, que só fizeram ensino fundamental, ela credita à avó paterna e aos tios professores o apoio necessário para desenvolver o projeto. Prestes a concluir o ensino médio, a estudante afirma que deseja cursar Direito e seguir atuando em causas sociais. 
 
“Eu quero ser advogada porque o município de Antônio Cardoso não é desenvolvido. Estudando e retornando para realizar todo o meu trabalho de pesquisa, vou ajudar no desenvolvimento do município e no fortalecimento da identidade negra”, planeja a jovem.
 
Filha de pai vigilante e mãe funcionária de restaurante, Beatriz também teve no núcleo familiar o maior incentivo para realizar um trabalho, reconhecido internacionalmente, que transforma a realidade da própria comunidade. O próximo objetivo é ingressar numa faculdade de Medicina. “Eu não teria chegado aonde cheguei, sem o apoio da minha família, e podemos dizer que estamos mudando a visão das pessoas no nosso município”.
 
Identidade negra
 
Um dos principais resultados obtidos através do projeto, desenvolvido no Colégio Estadual Antônio Carlos Magalhães, foi o maior reconhecimento da identidade negra entre os jovens do município considerado o mais negro do País, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e que possui sete comunidades remanescentes de quilombos.
 
Orientadora de Beatriz e Thayná, a professora de Geografia Patrícia Peixoto destaca o efeito do trabalho nas meninas entre os colegas da Rede Estadual de Ensino. “O projeto despertou o interesse por novas perspectivas, o sonho de ter uma realidade diferenciada, de se tornarem autônomos e conquistar o espaço desejado por eles”.
 
Antes de apresentarem a pesquisa, em Pittsburgh, no estado da Pensilvânia, as alunas foram classificadas, na feira de ciências da unidade escolar, e depois representaram a Bahia na Feira Brasileira de Ciência e Engenharia (Febrace), por meio dos programas Ciência na Escola e Feira de Ciências e Matemática da Bahia. Agora as estudantes querem ampliar os contatos com outras comunidades quilombolas e registrar o material em videodocumentário. 


Secom/Fotos: Carol Garcia /GOVBA 

Celso Portiolli: "Sofri com Silvio Santos"

Escrito por Luiz Washington . Publicado em Nacional

Celso Portiolli assume relação conflituosa com Silvio Santos: 'Sofri demais'

BBkglDxCelso Portiolli está há seis anos à frente do "Domingo Legal", no SBT, programa que originalmente era comandado por Gugu Liberato, que atualmente está na Record. Mas quem vê o apresentador com um sorriso no rosto e muita desenvoltura na frente das câmeras, nem imagina que o início dele na emissora paulista, com a qual renovou por mais 3 anos seu contrato em 2014, não foi nada prazeroso.

Em entrevista ao programa "Na Lata", comandado por Antonia Fontenelle no YouTube, Celso assumiu que teve uma relação de conflito e aprendizado com Silvio Santos, que recentemente recusou um convite para ser garoto-propaganda da Friboi. "O Roberto Talma disse que ia me levar para a Globo. Ia fazer um programa de sábado a tarde, para que um dia pudesse ir para os domingos. Eu ganhava X e ele me ofereceu, de cara, dez X. E, de luva, cem X. Fiquei louco", assumiu.

Celso continuou dizendo que Silvio achou que a proposta fosse um blefe, mas ainda assim garantiu que cobriria a proposta. "Eu, encantado com tudo, fiquei no SBT e assinei com ele. Aí comecei a comer o pão que o diabo amassou", falou. "O Silvio diminuiu o meu salário, me colocou na geladeira. Mas eu o entendo. Na visão dele era um moleque de 30 e poucos anos, ganhando bem, sem pressa de estourar. Ele não precisava de mim. Só depois fui entender que ele estava me ensinando muita coisa, a ser mais homem, ser mais humilde, respeitar os outros profissionais. Hoje sou um cara polido pelos gestos do Silvio Santos. Hoje sofro menos na vida porque ele me ensinou a bater a cara no muro e levantar a cabeça. Me ensinou muito, mas sofri demais", detalhou o artista, que recentementerecebeu a cantora Dulce María em seu programa.

Apresentador garante: 'Não sou de chorar para dar Ibope'

Na busca desenfreada pela audiência, para Celso Portiolli, não vale tudo. Segundo o apresentador, é preciso ter limites. "Sou um péssimo ator. Sou o Celso de verdade, que fala coisas engraçadas, brinca o tempo todo. Sou verdadeiro o tempo todo. Não sou de chorar para dar ibope, isso não é comigo", afirmou.

E brincou dizendo que sua aparência também não o ajuda a conquistar mais público. "Não me acho bonito. Me acho magro, desengonçado. Não gosto de ser magro. Cheguei a pesar 60 kg com essa mesma altura. Hoje tenho 84 kg, melhorei bastante", relembrou o artista, que cometeu uma gafe através de seu Twitter ao adiantar a contratação de Danilo Gentili pelo SBT.

msn.com/FOTO: Reprodução, YouTube