Jerry Adriani está internado no Hospital Vitória no Rio

Postado por Luiz Washington . Publicado em Nacional

res11 710x450 post 700x450Jerry Adriani voltou a ser internado no Hospital Vitória, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, na última sexta-feira (7). O cantor perdeu muito peso e está se recuperando da desnutrição.
"Ele fez uma endoscopia. Está lúcido, conversando normalmente, mas muito magro. Ele permanecerá no hospital para ganhar mais massa muscular", afirmou Rinaldo Couto, produtor do famoso, ao “Ego”. O veterano passará por novos exames, que indicarão o dia que ele poderá receber alta.
"Não há previsão de alta. Mas na segunda-feira [10], ele fará novos exames para ver se essa desnutrição melhorou", completou o profissional.  Jerry Adriani foi internado a primeira vez em 2 de março por conta de uma trombose na perna.
MARÍLIA BARBOSA

Eduardo Cunha ameaça “explodir” o mundo empresarial

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eduardocunhameaça 1Cansado da vida na cadeia, o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) ameaça fazer acordo de delação premiada e “explodir” o mundo empresarial, começando pelo setor de carne, que ainda sofre os efeitos da Operação Carne Fraca.

O recado teria sido enviado pelo ex-deputado a um parlamentar, segundo divulgado na coluna Painel da Folha de S. Paulo. A defesa de Cunha, no entanto, segue negando esta possibilidade, como faz desde o princípio.

Ainda segundo o texto, há quem acredite que Cunha tentará fechar acordo de delação com a Polícia Federal, e não com os procuradores, assim como fez o marqueteiro do PT Duda Mendonça.

Fonte: NMB/Foto: Divulgação

DETRAN amplia atendimento do pró-vitima

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IMG 20170407 WA0021O presidente da Associação de Moradores do Nordeste de Amaralina, em Salvador, Manoel Pedro Santana Filho, 53 anos, presenciou o atropelamento do sobrinho, de 15 anos, atingido por uma moto pilotada por um adolescente sem habilitação."Registrei a ocorrência e chamei a atenção do jovem pela forma como ele conduzia a moto. Meu sobrinho foi arremessado e teve fraturas nas costelas. Ele deu sorte, mas poderia ter morrido", contou.

A história do líder comunitário foi relatada, nesta sexta-feira (7), no Seminário de Formação e Capacitação de Agentes Multiplicadores do Pró-Vítimas, programa do Departamento Estadual de Trânsito ( Detran-BA) de atendimento a vítimas de acidentes e familiares. O evento foi realizado na Fundação Luís Eduardo Magalhães, parceira do Detran na iniciativa, que oferece assistência psicológica, social e jurídica. 

O Pró-Vítimas já atendeu quase mil pessoas, na capital baiana, em cinco meses. No seminário, foi anunciado que haverá também atendimento em fisioterapia, a partir de maio. "O nosso objetivo é mobilizar vários setores da sociedade para acolher essas pessoas e reduzir a violência no trânsito. Por isso, estamos ampliando o trabalho, com a fisioterapia, após analisarmos que há uma demanda significativa por este tipo de atendimento", declarou a coordenadora do Pró-Vítimas, Glayce Albernaz.

O Detran implantou uma unidade exclusiva para o programa, que funciona no bairro do Rio Vermelho. Para se cadastrar, a pessoa deve entrar em contato pelos telefones  (71) 3033-3849 (71) 3022-3849 ou acessar o site do departamento - www.detran.ba.gov.br.

Ascom Detran BA

O único medo que politico tem é do povo...

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Michel Temer mínimo...Não tem governo que não recue sobre a pressão do povo. Temer diz que cedeu até onde podia na Previdência, mas admite ceder mais. Tudo isso depois que muitos deputados começaram a ser recebidos com pancada nos aeroportos e de o povo também ameaçá-los de nunca mais votar neles.

O presidente Michel Temer afirma que o governo cedeu ao Congresso até onde podia ao concordar em mudar cinco pontos da reforma da Previdência na quinta­-feira (6).

Ele diz que o “ponto fundamental” do projeto é estabelecer uma idade mínima de aposentadoria, mas admite a possibilidade de criar uma diferenciação para mulheres.

“Convenhamos: se nós tivermos a idade de homem de 65 anos, e a de mulher 64 ou 63, não significa que não tenha sido feita uma grande conquista”, afirmou o presidente nesta sexta (7). Em seguida, fez a ressalva: “Ainda não está em pauta essa última matéria. Vamos verificar mais para a frente se é necessário ou não”.

O plano do governo é guardar isso como uma carta na manga para as negociações da reforma quando ela estiver para ser votada no plenário da Câmara. O presidente não quis arriscar uma previsão de votos no projeto. “Não consultei ainda os numerólogos. O que precisamos saber é no dia da votação. Agora, qualquer avaliação é precipitada”, diz.

Temer argumenta que as mudanças acertadas com o relator, deputado Arthur Maia (PPS­BA), têm impacto “mínimo” sobre a economia que será feita com a reforma.

Fonte Folha de São Paulo/Foto: Divulgação

Grupo anticorrupção do G20 vai se reunir terça, no Brasil

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Combate corrupção servidores propinaO Brasil sedia, na próxima semana, dois eventos que reunirão representantes do G20 (grupo das 20 maiores economias nacionais do planeta, mais a União Europeia) para discutir mecanismos internacionais de combate à corrupção.

Segundo o ministro da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU), Torquato Jardim, a reunião periódica do Grupo de Trabalho Anticorrupção do G20 abordará temas como a cooperação internacional para o enfrentamento de crimes financeiros internacionais, como a lavagem de dinheiro, bem como parcerias que permitam o compartilhamento de documentos e informações e a recuperação de ativos.

A reunião será terça-feira (11) e quarta-feira (12), em Brasília, mas será fechada ao público e à imprensa. A expectativa é que ao menos 120 pessoas participem desta reunião, que será a segunda dos três encontros anuais que o grupo promove este ano: a primeira reunião de 2017 foi em janeiro, na Alemanha. A terceira está marcada para setembro, na Áustria.

“É nosso trabalho explorar novos e mais extensos mecanismos de cooperação. Criar um mecanismo no âmbito administrativo, mais rápido e eficaz do que os meios concebidos nos tratados internacionais para processos judiciais”, explicou Jardim,  ao falar sobre as  atribuições do Brasil como atual copresidente (junto com a Alemanha) do Grupo de Trabalho Anticorrupção do G20.

De acordo com o ministro, há consenso sobre a importância e a necessidade de mecanismos de cooperação internacional que agilizem e tornem menos custosas as investigações sobre crimes financeiros transnacionais. No entanto, alguns dos principais órgãos de combate à corrupção estrangeiros ainda temem o vazamento das informações.

“Muitos países se ressentem da falta de mecanismos que garantam a confidencialidade e o sigilo das informações contidas em documentos trocados. Há vários países que não se dispõem a colaborar com o Brasil porque falta, na relação bilateral, a segurança quanto à preservação da confidencialidade dos documentos”, explicou o ministro.

Na segunda-feira (10), véspera da reunião, a CGU organiza um seminário sobre responsabilização de empresas envolvidas na prática de corrupção e as possibilidades de cooperação jurídica internacional. Além de discutir experiências de responsabilização das companhias, a CGU defenderá a possibilidade de o próprio ministério assinar acordos de cooperação jurídica internacional com os organismos internacionais. Hoje, a CGU tem que recorrer a intermediação dos ministérios da Justiça e das Relações Exteriores.

“Estamos tratando disso desde 2015; a criação de formas que tornem possível a CGU, negociando um acordo de leniência, dirigir-se diretamente à agência correspondente de qualquer país”, disse Jardim. De acordo com o ministro, embora já haja uma tradição de cooperação judicial internacional, a cooperação administrativa do Brasil com outros países ainda é incipiente – em parte devido ao já comentado medo de vazamento de informações.

“Já que a lei confere ao Ministério da Transparência a competência para o processo de responsabilização [das empresas envolvidas em práticas ilícitas], está faltando as entidades estrangeiras reconhecerem nossa competência e estabelecerem mecanismos de confidencialidade diretamente conosco para não termos que passar por outros dois ministérios [Justiça e Itamaraty]”, concluiu o ministro.

De acordo com Torquato Jardim, o Brasil já “tentou” firmar acordos administrativos de cooperação com os Estados Unidos, a Holanda e a Noruega, mas só obteve informações não sensíveis, cujo vazamento não provocaria danos às investigações em curso nestes países.

Fonte Agência Brasil