Humberto diz: “Maioria da população é contra a Reforma da Previdência”.

Escrito por Luiz Washington . Publicado em Nacional

thumbnail Foto Roberto Stuckert FilhoApesar da insistente defesa do governo de Michel Temer (PMDB), a Reforma da Previdência é amplamente rejeitada pelos brasileiros. Segundo levantamento Vox Populi/ CUT, 85% dos brasileiros são contra o projeto, que prevê o aumento da idade mínima para aposentadoria, entre outras questões.  O estudo  mostra ainda que 71% dos brasileiros acham que não vão conseguir se aposentar pelas novas regras.

“Este levantamento mostra como o governo Temer e sua base aliada andam em descompasso com o que defende a população brasileira. Ninguém quer esta reforma que praticamente aniquila o direito do trabalhador brasileiro de se aposentar. Mas o governo Temer segue insistindo nesta pauta”, criticou o líder da Oposição, Humberto Costa (PT).

De acordo com o levantamento, o Nordeste é a segunda região do País que mais rejeita a proposta. Cerca de 85% dizem ser contra as mudanças na aposentadoria. A região só perde para o Sudeste, onde 91% dos entrevistados disseram se opor à reforma. A pesquisa foi realizada entre os dias 27 e 31 de outubro. O trabalho tomou como amostragem 118 municípios brasileiros e entrevistou um universo de 2 mil pessoas, todas maiores de 16 anos. A margem de erro é de 2,2%, estimada em um intervalo de confiança de 95%.

Para Humberto, a eleição do ano que vem servirá para que a população dê a sua resposta a aqueles que votam no sentido oposto aos interesses da população. “Tenho certeza de que tanto a Reforma da Previdência como a Reforma Trabalhista serão fortes temas de debate no ano que vem. A população não vai esquecer quem hoje vota contra o trabalhador, mas que em 2018 vai pedir a ele o  voto. É muito importante que a gente siga mobilizado para que os parlamentares sintam que essas posições contrárias ao povo serão lembradas, sim, na hora de votar”, afirmou. 

 

 Natália Kozmhinsky 

Ribeirinhos começam a se animar com a chegada das chuvas

Escrito por Luiz Washington . Publicado em Nacional

 0 2O período úmido na bacia do rio São Francisco já pode ser sentido melhor nestes primeiros dias de novembro. Quem garante é a equipe técnica do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e o assunto foi pauta durante a reunião promovida semanalmente pela Agência Nacional de Águas (ANA), em Brasília (DF), e transmitida por videoconferência para os estados da Bacia.
Durante a reunião, a informação passada pelo núcleo responsável pela prevenção e gerenciamento da atuação governamental perante eventuais desastres naturais ocorridos em território brasileiro, a previsão para os próximos sete dias na Bacia do chamado rio da integração nacional é de, pelo menos, 40 milímetros (mm) de precipitação na região do Alto São Francisco.
A notícia está sendo aguardada com ansiedade. De acordo com alguns dos projetos irrigados localizados na Bacia e que participa da reunião, a baixa vazão do Velho Chico está impedido a irrigação, além de outras atividades que são diretamente prejudicadas pela escassez hídrica registrada desde 2013. As águas devem beneficiar o estado da Paraíba devido ao projeto da transposição.
Essa semana, voltou chover forte no Norte de Minas Gerais. Em Pirapora por exemplo, o rio chegou a transbordar. 
O superintendente da ANA, Joaquim Gondim, explicou que apesar da boa notícia, os órgãos reguladores vão manter a defluência de 550 metros cúbicos por segundo (m³/s) no reservatório de Sobradinho (BA). "Ainda esta semana será publicada no Diário Oficial a renovação desse patamar de vazão até abril, conforme havia sido acertado antes", confirmou Gondim.
As videoconferências que avaliam as condições hidrológicas da Bacia do São Francisco atendem a uma solicitação apresentada pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), são realizadas semanalmente.
 
 

Fundo eleitoral reduz verbas na saúde em até R$ 70 milhões

Escrito por Luiz Washington . Publicado em Nacional

saude para voce 2 702x336O fundo eleitoral de R$ 1,75 bilhão aprovado pelo Congresso Nacional em outubro para custear campanhas com dinheiro público vai reduzir a aplicação de verbas na saúde. O modelo passou como uma alternativa à proibição das doações eleitorais por empresas.

A destinação de parte das emendas parlamentares ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) pode retirar, em cálculos conservadores, R$ 70,3 milhões originalmente destinados a despesas com saúde, segundo levantamento feito pelo jornal ‘O Estado de S. Paulo’.

O valor não foi considerado na manifestação da Advocacia-Geral da União (AGU) assinada pelo presidente Michel Temer e enviada ao Supremo Tribunal Federal, na última quinta-feira (9), em uma ação que questiona o fundo. No documento, o órgão afirma que investimentos do governo em áreas sociais, como a saúde, não serão prejudicados.

O corte na saúde pode aumentar, a depender de como os parlamentares dos demais Estados vão decidir sacrificar suas emendas para dar a contribuição obrigatória às campanhas.

A definição será feita nas próximas semanas na Comissão Mista de Orçamento (CMO). O fundo eleitoral será composto de R$ 1,3 bilhão em emendas coletivas impositivas somado aos R$ 450 milhões advindos do fim da compensação fiscal para TVs na exibição de propaganda partidária.

Dessa forma, cada uma das 27 bancadas estaduais vai retirar R$ 48,7 milhões do valor originalmente destinado em emendas ao Orçamento que haviam sido assinadas por deputados e senadores e cuja execução pelo governo era obrigatória. Antes da lei, cada uma delas dispunha de um total de R$ 162,4 milhões. Agora, 30% desse valor será destinado às campanhas eleitorais.

Um dos idealizadores, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), fez coro: “A proposta que eu fiz não tira dinheiro da educação, da saúde, de lugar nenhum”.

Com informações do Estadão

Ministro prevê o fim de 3 mil sindicatos com a reforma trabalhista

Escrito por Luiz Washington . Publicado em Nacional

carteira de trabalhoCom a vigência da nova lei trabalhista que começou neste sábado (11), a contribuição sindical obrigatória deixa de existir e poderá ser o fim de três mil sindicatos. A avaliação foi feita pelo ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.

Atualmente, segundo o ministro, há cerca de 16,8 mil sindicatos no Brasil, dos quais 5,1 mil são patronais. O restante, cerca de 11,3 mil, representa os trabalhadores. “Eu acredito que deverá reduzir em 30% dos 11,3 mil sindicatos [dos trabalhadores]”, declarou o ministro. Segundo Nogueira, essa redução vai acontecer porque parte dos sindicatos vai se fundir a outros.

Segundo Ronaldo Nogueira, os sindicatos dos trabalhadores que tendem a desaparecer são aqueles que não realizaram, nos últimos três anos, acordos coletivos, considerados por ele como uma das “razões fundamentais da organização sindical”.

“A grande realidade é que o movimento sindical no Brasil vai ter de olhar para dentro e vai ter de se reconstituir no sentido de voltar a ter representação sindical por categoria. Para que os acordos coletivos de trabalho, que tenham força de lei, possam ser deliberados por um sindicato forte. E que realmente ofereça uma contraprestação ao trabalhador, que vai contribuir com alegria”, declarou.

Com informações do G1

Ciclista francês pedala pelo Brasil estimulando ações contra a corrupção

Escrito por Luiz Washington . Publicado em Nacional

Ciclista FrancêsO ciclista francês Stéphane Gallet chegou neste domingo (12) ao Rio de Janeiro, depois de cruzar o Brasil em um trajeto de cerca de 1.750 quilômetros. Ele saiu de Brasília no último dia 18 de outubro e atravessou o estado de Minas Gerais, com destino ao Rio, com o objetivo de incentivar os brasileiros a participarem da política, em ações contra a corrupção.

A iniciativa faz parte do Projeto Pedal Pacto pelo Brasil, promovido no país pela Halcyon Tours, empresa de turismo com sede na França, em parceria com o Observatório Social do Brasil.

Stéphane Gallet realiza anualmente ações em vários países com causas assistenciais diferentes, como a prevenção de doenças e o cuidado com a infância e a terceira idade. No Brasil, ele identificou a iniciativa dos mais de 3 mil voluntários do Observatório Social do Brasil (OSB), organização não governamental localizada em 19 estados da Federação, que trabalham de forma preventiva contra a corrupção.

A presidente do OSB, Roni Enara, disse que o Projeto Pedal Pacto pelo Brasil quer trabalhar por um país melhor a partir de pequenas contribuições. “Um estrangeiro se dispõe a fazer toda essa ação em favor do civismo para o brasileiro; em favor de valorizar o aspecto do civismo e mostrar para os brasileiros que é possível fazer um Brasil melhor, que cada um tem algo a contribuir.”

Roni destacou o trabalho do OSB, que visa criar soluções e sistemas de controle e de gestão que inibam qualquer ato de corrupção, seja na área pública ou privada. Para ela, o projeto de Stéphane Gallet vai incentivar o brasileiro a acompanhar mais de perto as ações dos governos federal, estaduais e municipais.

 

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