
Com problemas de saúde há algum tempo, o ex-narrador de futebol José Georgides da Silva, conhecido no meio esportivo e pelos amigos como Jota, Jota, faleceu neste sábado (21) em Petrolina, onde residia há algum tempo.
Jota, Jota tinha 76 anos e passou por grandes veículos de comunicação da capital baiana, incluindo a Rádio Sociedade da Bahia, Excelsior e Transamérica, antes de chegar a Juazeiro, onde trabalhou em diversas emissoras.
Após um período morando em Juazeiro e idas e vindas à capital da Bahia, Jota, Jota foi residir com sua esposa em Petrolina, quando em 2023 teve um Acidente Vascular Cerebral (AVC), problema com diabetes, dentre outros, que o acompanharam até o dia ontem (21), quando faleceu.
Nas redes sociais diversas manifestações de pesar pela morte de Jota, Jota:
Nas suas redes sociais a Juazeirense se manifestou: “A Juazeirense manifesta profundo pesar pelo falecimento do cronista esportivo Jota Jota, voz marcante do esporte e apaixonado pelo futebol. Sua contribuição à crônica esportiva ficará eternizada na memória dos torcedores e profissionais da comunicação. Nos solidarizamos com familiares, amigos e ouvintes neste momento de dor. Que Jota Jota descanse em paz – Juazeirense”.
Carlos Humberto, do Blog Agencia CH, onde o radialista foi colaborador, lamentou: “A Agência CH, em nome de toda a sua equipe, lamenta profundamente a perda desse amigo e profissional que tanto contribuiu para o jornalismo esportivo baiano. Aos familiares, amigos e admiradores, desejamos conforto e serenidade. Que Deus acolha seu espírito e que sua memória permaneça viva nas histórias que contou, nos jogos que narrou e no legado que deixou. Vá com Deus, grande Jota”, escreveram.
O radialista Wilson Duarte lembrou a trajetória de Jota, Jota como radialista, mas destacou suas belas performances como cantor nas noites boemias em Juazeiro: “Jota, Jota teve uma belíssima carreira como profissional de comunicação, uma voz respeitado por onde passou, mas é possível lembrar dele como um cantor extraordinário, nas rodas de boemia em Juazeiro, onde acompanhado pela dupla Neto e Mundinho, ou nos duetos com Paulo César Carvalho, encantava cantando Tim Maia, Ray Charles e outros clássicos da nacionais e internacionais. Deixou lembranças memoráveis, no rádio e nos meios que frequentava”, escreveu.
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