Alguém tem notícias do ex-deputado Tum? Ele chegou a ser candidato a deputado federal e, após a derrota, foi contemplado com o cargo de secretário da Agricultura da Bahia. No entanto, permaneceu na função por apenas dois anos, até que o governador fosse informado por prefeitos da base de que o secretário não vinha correspondendo às expectativas para o estado.
Há quem diga que, de saúde, o ex-deputado está bem, mas, politicamente, já teria “morrido”, faltando apenas o enterro.
Outro nome pouco comentado atualmente é o de seu irmão, ex-prefeito de Casa Nova. Comentários dão conta de que, mesmo esquecido e abandonado por muitos que o elegeram e reelegeram, ele ainda pretende apoiar um candidato a deputado, apenas para testar se ainda dispõe de alguns votos no município.
Com a aproximação das eleições, já tem gente apostando em quem serão os mais votados de Casa Nova. Para deputado federal, praticamente não há dúvidas: o mais cotado é Adolfo Viana. Já para deputado estadual, a disputa pelo primeiro lugar deve ficar entre Juvenilson Passos e Jordávio Ramos — isso se a eleição fosse hoje, o que não deve mudar muito até lá.
Para quem não sabe, o ex-vereador Leonardo Silva tem sido mais prestigiado fora do mandato do que quando exercia a função. Prova disso é a constante procura do deputado Adolfo Viana e de seu primo, o prefeito de Casa Nova, Anísio Viana. Os dois não perdem a oportunidade de convidar Léo a aderir ao grupo. O convite mais recente aconteceu durante os festejos de Nossa Senhora da Conceição, no distrito de Bem Bom.
Leonardo, que já foi vereador por várias legislaturas em Casa Nova, elegeu sua filha, Dani Guerreira, mas não conseguiu reelegê-la após, segundo ele, ter sido traído por lideranças do grupo que acabou, ao qual pertencia. Ainda assim, continua forte, influente e respeitado, inclusive pela oposição.
Falando em Anísio Viana, o que mais se vê na cidade são petistas incomodados com o tratamento que o governador Jerônimo Rodrigues tem dispensado ao prefeito de Casa Nova, chegando ao ponto de liberar cerca de R$ 25 milhões para a reforma e ampliação do hospital municipal.
O que os petistas querem saber é se o prefeito irá ou não apoiar o governador na próxima eleição, considerando o bom relacionamento entre ambos — tratamento que, segundo eles, nunca foi dado ao ex-prefeito, mesmo quando este era aliado do governo.
Talvez o que os petistas precisem avaliar é se, em algum momento, o ex-prefeito apresentou projetos concretos, como o da reforma do hospital municipal.

