
A safra 2026 de manga do Vale do São Francisco destinada ao mercado norte-americano já começou, mas os cuidados fitossanitários exigidos por esse importador devem ser rigorosamente cumpridos pelos produtores da região que participam do Programa Brasileiro de Exportação de Mangas para os Estados Unidos.
Entre as exigências está o monitoramento de moscas-das-frutas, atividade essencial para acompanhar o Índice MAD (Moscas/Armadilha/Dia), indicador que mede o nível de infestação da praga nas áreas de produção. Para atender às exigências do mercado americano, o índice deve permanecer abaixo de 1.
As auditorias e fiscalizações realizadas pelas autoridades norte-americanas estão cada vez mais rigorosas, tornando o monitoramento uma etapa indispensável para a manutenção das exportações. O descumprimento dos protocolos fitossanitários pode comprometer a permanência de áreas produtoras no programa, como já ocorreu em outros países.
De acordo com a engenheira agrônoma e coordenadora do Programa de Armadilhamento e Controle (PAC) da Moscamed Brasil, Itala Damasceno, o monitoramento deve fazer parte da rotina dos produtores durante todo o ano. “Os cuidados fitossanitários, entre eles o monitoramento de moscas-das-frutas, precisam ser mantidos continuamente. O produtor deve estar atento, porque essa praga representa um grande risco para a fruticultura, e o mercado está cada vez mais rigoroso. Estamos à disposição para orientar e apoiar os produtores nesse processo”, afirmou.
Há mais de 21 anos, a Moscamed Brasil realiza o monitoramento de moscas-das-frutas no Vale do São Francisco, contando com equipe técnica especializada, estrutura laboratorial e experiência consolidada no atendimento aos programas de exportação.
Ascom

