Prefeito de Casa Nova concede reajuste aos servidores públicos do município.

Casa Nova Cidades

O prefeito de Casa Nova, Anísio Viana, enviou à Câmara Municipal dois projetos de reajuste salarial que no dia 24/03 foram aprovados por unanimidade pelos vereadores: os Projetos de Lei nº 544/26 e 545/26.

O Projeto de Lei nº 544/26 é direcionado aos professores e prevê reajuste de 6%, percentual acima dos 5,4% estabelecidos pelo governo federal. O aumento será aplicado de forma retroativa a janeiro de 2026.

Já o Projeto de Lei nº 545/26 trata da remuneração dos demais servidores públicos municipais. Para aqueles que têm seus vencimentos vinculados ao salário mínimo, o reajuste foi de 4,26%. As demais categorias — cerca de 26 ao todo —, cujos salários estão acima do mínimo, tiveram reajustes que variam entre 20% e 50%. Esses, o ajuste será a partir de março.

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O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Casa Nova (SINDCAN), Antônio Bispo, considerou como positiva e muito boa a proposta de reajuste e correção salarial dos servidores públicos do município, em suas diversas categorias, enviada à Câmara de Vereadores pelo executivo municipal.
Bispo enalteceu o trabalho da câmara e destacou o empenho do prefeito Anisio Viana para que a proposta fosse aprovada, uma luta também do SINDCAN que vem batalhando por esse reajuste há muito tempo.

“A Câmara aprova o reajuste dos servidores que varia entre 5 e 50%. Teve aquele pessoal que ganhava acima do mínimo que eles vinham com uma defasagem muito grande ao longo dos anos, e foi uma promessa do governo Anísio de tentar corrigir essa tabela, então aqui já é um grande passo e um avanço para que se faça uma correção desse pessoal que ganhava acima do mínimo”, disse o presidente.

O presidente do SINDCAN disse ainda que essa correção salarial é importante para evitar que haja defasagem no salário do servidor a cada ano, por não acompanhar a campanha anual de reajuste do mínimo, o que considera prejudicial a esses servidores e pela ausência de um plano de cargos e salários.
“Porque todo ano tem o reajuste do mínimo e essas pessoas vão encurtando o salário porque o mínimo vai aumentando e não tem uma correção, uma vez que a gente não tem o Plano de Cargos e Salários ainda pra que a gente tenha uma data base de todo ano essas categorias que são acima do mínimo tenham esse reajuste”, pontuou.

Piso do Professor

Antônio Bispo também falou sobre a valorização do piso dos profissionais de educação, categoria igualmente importante no quadro do funcionalismo público municipal.

“Foi votado também o piso do professor, o governo federal concedeu 5,4 e o governo do município arredondou pra 6, ficou aqui decidido que o pessoal vai receber retroativo a janeiro, e nesse reajuste do servidor aquelas categorias que ganhavam o mínimo que já tem a correção do salário mínimo o prefeito concedeu também o equivalente a 4.26 que também é um avanço”, disse.

Para o presidente da entidade sindical esse compromisso do prefeito Anisio Viana representa a valorização do serviço público municipal e é uma promessa de campanha. “É uma promessa de campanha que ele fez com a gente e aos poucos está se concretizando”, completou.

“A gente crê que nos próximos anos se houverem aumentos dessa forma o poder de compra do servidor vai voltar ao patamar que era inicialmente”, acredita Bispo.

De acordo com o SINDCAN o reajuste de 20% a 50% dos outros servidores vai ser escalonado, “que começou em março e vai até o final de abril, já o professor ele vai receber esse 6% de reajuste salarial retroativo a janeiro, só que a prefeitura disse que vai dividir em três vezes”.

O presidente do sindicato disse ainda que considera o reajuste salarial de todo o funcionalismo um avanço, inclusive as 27 categorias profissionais, como fisioterapeutas, motoristas, técnico agrícola, e outros que não têm reajuste todo ano, por isso a correção, e nem estão incluídos num piso, como os professores.

“É um avanço esse reajuste, a gente sabe que o que vai corrigir totalmente é quando a gente fizer o Plano de Cargos e Salários, mas essas categorias, principalmente essas 27 categorias vinham muito defasadas o salário porque elas não têm uma correção salarial nem pelo mínimo e nem pelo piso de suas categorias, então elas demoram de 3 a 4 anos pra ter um reajuste salarial, e algumas aí conseguiram até 50% que é um avanço”, finalizou.    


Da Redação/Fotos: Divulgação